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Mortes de policiais levam categoria às ruas

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Por Portal BO

650x400_jr31o760632l76wn6bm1Policiais militares realizaram um ato na manhã desta quinta-feira (14), para denunciar o crescente número de PMs assassinados no Estado do Rio Grande do Norte somente este ano. Após uma concentração no bairro Lagoa Seca a categoria acompanhada de familiares caminhou até a governadoria.

Policiais militares realizaram um ato na manhã desta quinta-feira (14), para denunciar o crescente número de PMs assassinados no Estado do Rio Grande do Norte somente este ano. Após uma concentração no bairro Lagoa Seca a categoria e familiares caminharam até a governadoria.

O presidente da ACSPM/RN (Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar do Rio Grande do Norte), Roberto Campos destacou a importância da ação e lamentou a nefligência do Estado diante dessas mortes. “Temos que dá um basta a essa violência contra os policiais militares, não queremos um futuro igual ao presente marcado pela ausência do Estado”, disse.

A caminhada recebeu o apoio de motoristas passavam pela avenida Salgado Filho no sentido zona Sul. Viaturas da PM seguiram em comboio acompanhando os participantes do ato. As vítimas assassinadas foram lembradas com cartazes, faixas e fotos.

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Policiais e bombeiros protestam nesta quinta, 14

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Por ASSPMBM

detalhes_110620181813493d7dd82c05b2d6900a3701108316df99Reunidos em Assembleia Geral na manhã desta segunda-feira (11), os policiais e bombeiros militares do RN definiram a realização de dois atos públicos: para esta quinta-feira (14) e segunda-feira (18). Em pauta estão os recentes casos de assassinato contra policiais, valorização profissional e a não efetivação do Termo de Compromisso e Acordo Extrajudicial – pactuado entre as associações representativas e o Governo do Estado, em janeiro deste ano.

Todos os policiais militares de folga e de serviço estão sendo convocados para participar de ato público marcado para ocorrer na próxima quinta-feira (14), às 9h, na esquina das avenidas Bernardo Vieira e Hermes da Fonseca. “Vamos protestar e cobrar das autoridades do Estado providências enérgicas e eficazes em relação à violência, que está penalizando a sociedade e os profissionais de Segurança Pública, bem como vamos exigir mais uma vez condições de trabalho aos militares estaduais”, informa o subtenente Eliabe Marques, presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos Policiais e Bombeiros Militares do RN (ASSPMBMRN).

Já na segunda-feira (18), haverá uma concentração em frente à Governadoria, às 9h. Desta vez, para cobrar do Executivo o cumprimento dos itens não efetivados do Termo de Compromisso firmado em janeiro deste ano. Entre as demandas em atraso está o pagamento do décimo terceiro salário; a reposição de subsídio; a majoração do vale alimentação (atualmente com valor defasado em R$ 10); renovação do fardamento (visto que a última compra foi realizada em 2015); reforma e ampliação das unidades policiais.

“As condições de trabalho continuam as piores possíveis, é urgente uma resposta. São viaturas quebradas, coletes vencidos, alojamentos insalubres. Tudo isto precisa ser resolvido porque está insustentável”, aponta o presidente da ASSPMBMRN.

Acordo

O Termo de Compromisso e Acordo Extrajudicial foi pactuado no dia 10 de janeiro deste ano, após a categoria dar início ao movimento “Segurança com Segurança”, onde policiais e bombeiros seguiram à risca a Legislação Brasileira e as normas das Corporações (Policia Militar e Corpo de Bombeiros) quanto ao uso de equipamentos e procedimentos para o trabalho.

De armas a leis: o que os presidenciáveis propõem para combater a violência

Postado em Atualizado em

Por UOL

violenciaA quatro meses das eleições presidenciais, o Brasil registrou um recorde: 62.517 mortes violentas intencionais em um ano. Pela primeira vez na história, o país superou o patamar de 30 homicídios a cada 100 mil habitantes. É o que diz o Atlas da Violência 2018 divulgado nesta terça-feira (5).

Para saber o que os presidenciáveis propõem para combater a alta de homicídios dolosos (quando há intenção de matar), o UOL entrou em contato com as assessorias de todos os 21 pré-candidatos.

O estudo foi divulgado pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública com dados do Ministério da Saúde. De acordo com o Atlas, o indicador brasileiro corresponde a 30 vezes a taxa de assassinatos da Europa.

O Atlas traz dados de 2006 a 2016, último ano com dados disponíveis para o
levantamento. Nesse período, 553 mil pessoas foram mortas de forma violenta
no país, o que inclui assassinatos, latrocínios e morte em decorrência de intervenção policial. No período, os homicídios cresceram 13,9%.

A maioria dos pré-candidatos ao Palácio do Planalto criticou a impunidade dos
autores de crimes no país. Já as propostas para combater a alta de homicídios
variam de mudanças na legislação penal, presídios construídos em ilhas
e mudanças no modelo de polícia.

Questionados pelo UOL, sete pré-candidatos não responderam à reportagem.
Veja as principais propostas de cada pré-candidato, em ordem alfabética, para a
diminuição dos homicídios dolosos:

28jun2016-o-ex-ministro-aldo-rebelo-que-foi-o-titular-das-pastas-do-esporte-da-ciencia-e-tecnologia-e-do-esporte-no-governo-dilma-rousseff-pt-falou-a-comissao-que-julga-o-impeachment-da-presidente-1ALDO RABELO (SD)

A reportagem entrou em contato com a assessoria do pré-candidato, mas não
obteve resposta até a publicação desta reportagem.

JAIR BOLSONARO (PSL)

bolsonaro-1Procurada pelo UOL, a assessoria do deputado informou que ele não poderia
responder ao questionamento nesta terça porque se preparava para uma sabatina a
que será submetido nesta quarta. O próprio presidenciável também não respondeu
a reportagem. Em entrevista coletiva há duas semanas, Bolsonaro foi questionado sobre qual seria sua política para devolver segurança aos brasileiros e respondeu
que a situação atual é fruto de uma “equivocada política de direitos humanos”, que
tem que ser modificada, entre outros itens.

O presidenciável defende ainda que a posse de arma “tem que ser algo bastante
liberal”. “Meu pai já comprou revólver na Mesbla [rede de lojas de departamento
que faliu em 1999]”, contou. Já o porte, segundo ele, poderia ser autorizado
imediatamente a algumas categorias como a de caminhoneiros, vigilantes que
tenham atuado por seis meses ou fazendeiros, para “inibir” criminosos. “Eu não
consigo dormir sem uma pistola do meu lado”, declarou.

Bolsonaro também se disse contrário ao que classificou de “política de
desencarceramento”, apesar de o país ter o dobro do número de vagas nas cadeias. “Para mim não tem diferença furto, roubo e latrocínio […] Você tem que esperar o marginal matar alguém para prendê-lo? Por que que não prende de forma bastante drástica no furto lá atrás?”, questionou, acrescentando que o ser humano só respeita o que teme.

ÁLVARO DIAS (PODEMOS)

13abr2018-senador-alvaro-dias-pode-pr-candidato-a-presidencia-da-republica-participa-de-evento-em-sao-paulo-09042018-1523665180217_615x300O pré-candidato paranaense afirmou que os altos índices de violência são
“consequência da falta completa de autoridade, gestão e recursos para a área de
segurança pública”. Ele defende um sistema de inteligência preventivo que reforce o
monitoramento das fronteiras a fim de coibir a entrada de droga e armas que
alimentam as organizações criminosas.

“Precisamos basicamente buscar mais recursos para o setor, para investir na
formação adequada dos profissionais de segurança, na instrumentalização das
instituições policiais, no armamento do estado brasileiro para o enfrentamento da
violência no país”, afirmou.

Para Dias, também é necessário integrar as forças de segurança existentes e criar
uma frente latino-americana de combate à produção e ao tráfico de drogas,
vinculada à OEA (Organização dos Estados Americanos).

CABO DACIOLO (PATRIOTA)

o-deputado-federal-cabo-daciolo-hoje-em-patriotas-participa-de-audiencia-publica-na-camara-dos-deputados-em-22-de-novembro-de-2016-1523310939964_615x300O deputado federal Cabo Daciolo (RJ) afirmou que o quadro identificado pelo Atlas
da Violência é consequência de “nunca termos enfatizado e valorizado educação no
país”. “Quanto menor for o seu nível de conhecimento, mais fácil fica de escravizar
um povo”, comentou o parlamentar.

Para Daciolo, que é bombeiro militar, a transformação do cenário de segurança
pública começaria, em um eventual governo seu, a partir da educação, aliada ao
fortalecimento das Forças Armadas. “No passado, o jovem completava 18 anos e ia
para o serviço militar e lá aprendia algo relacionado a patriotismo, a nacionalismo, a
civismo, ou um curso técnico e saía dali com uma profissão”, declarou.

Hoje, segundo ele, os poucos jovens que servem passam apenas um ano,
“aprendem tudo de armamento e vão depois servir o tráfico”, o que geraria a atual
onda de violência no Brasil. “Então a partir do momento que nós tivermos dentro da
nação a união do povo civil com o povo militar isso tudo vai parar e vai sanar”,
declarou. Para Daciolo, “o governo, o sistema é que cria toda essa violência, essa
morte, de forma proposital”.

JOÃO AMOEDO (NOVO)

17nov2017-entrevista-com-joao-amoedo-pre-candidato-a-presidencia-da-republica-pelo-partido-novo-1520646916419_615x300Amoêdo afirmou ao UOL que, embora a segurança pública seja função essencial do
Estado, o governo federal não consegue prevenir nem elucidar crimes.
Para a prevenção de crimes, disse ser preciso uma polícia com planos de carreira
bem definidos e com procedimentos mais unificados internamente, como a patrulha
e investigação. “Precisamos também melhorar inteligência e tecnologia, com
unificação nacional de banco de dados e digitais e boletim de ocorrência, por
exemplo”, informou.

O pré-candidato também propõe uma reforma da Lei de Execução Penal que
“relacione qualquer diminuição de tempo em regime fechado com trabalho e
validação criminológica”, além da adoção de parcerias público-privadas para
presídios. Ele acredita que, por meio das parcerias, é possível conseguir maiores
investimentos na área e oferecer maior reintegração social com controle carcerário.
“Podemos até incluir metas, por exemplo, que recompensem o presídio pela não
reincidência do seu egresso”, sugeriu.

Ainda para a diminuição dos homicídios dolosos, afirmou ser necessário políticas
que deem mais oportunidades sociais e econômicas para a população, com foco na
juventude.

CIRO GOMES (PDT)

8mai2018-ciro-gomes-pre-candidato-do-pdt-a-presidencia-1525801923235_615x300O pré-candidato do PDT elencou dentre suas propostas para combater a violência a
criação do Sistema Nacional de Segurança Pública, em parceria com governadores,
prefeitos, Legislativo e Judiciário, e o investimento maciço em inteligência, para
“mapear os cabeças do crime organizado e retirá-los de circulação”.

O ex-governador do Ceará também propôs “usar drones, satélites, scanners e
outros equipamentos de tecnologia de ponta para monitorar efetivamente as
fronteiras e combater o tráfico de armas, drogas, pessoas e outros crimes”, além de
apresentar “inovações institucionais” no combate à corrupção. O presidenciável
aposta ainda no investimento em escolas de tempo integral profissionalizante, “para
evitar que nossas crianças e jovens sejam aliciadas pelas facções criminosas”.

O plano de governo do pré-candidato para a área está sendo formulado por um
grupo de trabalho que reúne especialistas em segurança pública e defesa, além de
representantes da academia, policiais militares, policiais civis, policiais federais,
bombeiros e membros das Forças Armadas.

FLÁVIO ROCHA (PRB)

13abr2018-o-pre-candidato-a-presidencia-flavio-rocha-prb-posa-em-sao-paulo-1528231143472_615x300Para Rocha, a raiz da crise de criminalidade do Brasil está na impunidade, que por
sua vez “é consequência do sucateamento do sistema de segurança pública”. Ele
aposta em um plano com três frentes para reduzir o número de homicídios e a “crise
de criminalidade” no país: recuperação das forças policiais, retomada do sistema
prisional pelo Estado e reforma da legislação penal.

No primeiro item, ele propõe remunerar os agentes de segurança “de forma
adequada” e estruturar melhor as forças policiais, além de recuperar a capacidade
investigativa com treinamentos. Uma das propostas de Rocha é a transformação das Guardas Municipais em policiais municipais. Já o sistema prisional, que para o
presidenciável “é controlado pelos presos e se transformou em escritório do crime
organizado”, precisa ser ampliado e “humanizado”. Ele defende a criação de
“condições para trabalho remunerado aos presos que assim desejarem”.

Para reforma da legislação penal, “adequando-a à realidade do país”, o pré-
candidato propõe a substituição da progressão de regime por um sistema de
livramento condicional com exigências mais rígidas e controle efetivo, com aumento
do tempo máximo de prisão de 30 para 50 anos. Além disso, Rocha defende
redução da maioridade penal para 16 anos, pena mínima de 40 anos para o
criminoso que comete o terceiro crime doloso com resultado morte e cumprimento
integral da pena em regime fechado nos crimes hediondos.

7abr2018-o-ex-presidente-luiz-inacio-lula-da-silva-discursa-para-a-militancia-em-frente-ao-sindicato-dos-metalurgicos-do-abc-em-sao-bernardo-grande-sao-paulo-1523115758878_615x300LULA (PT)

A reportagem do UOL entrou em contato com a assessoria de imprensa do PT para
obter as propostas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o tema, mas
ainda não obteve resposta.

GERALDO ALCKMIN (PSDB)

geraldo-alckmin-discursa-na-73-reuniao-geral-da-fnp-frente-nacional-de-prefeitos-em-niteroi-rj-1525801291938_615x300Para o pré-candidato tucano, a criminalidade no país deve ser combatida com
“repressão implacável ao crime organizado” e o maior uso de inteligência e
tecnologia para aumentar a eficácia das polícias. O ex-governador de São Paulo
propõe a criação metas nacionais para elucidação e redução de homicídios com a
criação de regras nacionais para a integração das polícias militar, civil e técnicocientífica.

“A qualidade das estatísticas e a transparência na sua divulgação são essenciais
para o planejamento das ações de combate ao crime”, apontou Alckmin, em
resposta ao UOL. O ex-governador defende também “maior integração e o fim da
omissão que caracteriza a atitude federal na última década”.

“É cada vez mais evidente, como tenho defendido, que é o governo federal que
deve liderar a política de combate ao crime, da qual os municípios também devem
participar. Para isso, o Ministério da Segurança Pública tem de ser permanente, e a
implementação do Sistema Único de Saúde Pública tem de ser prioridade”,
argumentou o tucano.

GUILHERME BOULOS (PSOL)

5mar2018-o-coordenador-nacional-do-mtst-movimento-dos-trabalhadores-sem-teto-e-pre-candidato-a-presidencia-da-republica-guilherme-boulos-se-filia-oficialmente-ao-psol-partido-socialismo-e-1520279163Para Boulos, a redução de homicídios no país passa por duas medidas. A primeira
consiste no combate ao tráfico de armas e no controle mais rigoroso do comércio de
armas e munições. Ele refutou a possibilidade de afrouxar regras para o armamento
da população. Segundo Boulos, pesquisas internacionais demonstram que o
aumento de armas em poder da sociedade resulta em mais acidentes, suicídios e
homicídios, com destaque para feminicídios.

Ainda para o pré-candidato, é preciso valorizar a perícia e a investigação para
ampliar as taxas de esclarecimento de crimes e o combate ao crime organizado.
Boulos defendeu também que a redução da letalidade policial passa por uma mudança do modelo de polícia. Para tanto, propõe a “desmilitarização, de polícia
com ciclo completo, que invista mais em ações de inteligência, investigação e
prevenção do que na repressão”.

HENRIQUE MEIRELLES (MDB)

25jan2018-henrique-meirelles-participa-de-sessao-no-encontro-do-forum-economico-mundial-em-davos-1519335584489_615x300O ex-ministro afirmou que é preciso “começar pelo básico”: a contratação de mais
policiais pelas unidades federativas e uma política econômica bem-sucedida que
gere crescimento. O aumento da arrecadação, disse, será essencial para que os
estados tenham recursos para a compra de equipamentos de segurança,
contratação e o treinamento dos policiais. “Não podemos conviver com aquelas
imagens de viaturas paradas e sucateadas nos pátios”, afirmou.

Meirelles também rechaçou a flexibilização ou distribuição de armas à população.
Para ele, a ação não soluciona a violência no país e, na verdade, criaria um
problema maior ainda. “O que pode acontecer é que uma briga de trânsito ou uma
discussão entre vizinhos aumente esse índice de homicídios.”

Outras propostas do emedebista são a maior integração entre as forças de
segurança pública estaduais com sistemas eficientes e acordos diplomáticos com
países vizinhos para a prevenção ao contrabando de armas e ao tráfico de drogas.

MANUELA D’ÁVILA (PCdoB)

26fev2018-manuela-davila-pre-candidata-a-presidencia-da-republica-pelo-pcdob-1519689744588_615x300A pré-candidata do PCdoB, Manuela D’Ávila, sugere uma reforma da segurança
pública brasileira. “A participação da União deve se dar em algumas discussões
centrais, além da de monitoramento das fronteiras, por exemplo. Quais crimes o
Brasil deve buscar enfrentar? Para mim são homicídios e crimes sexuais”, diz ela.

Manuela defende o investimento em inteligência, com “aparelhamento das
corporações de segurança” e integração de todos os órgãos do setor, com a
participação do Ministério Público, Poder Judiciário e estados.

A pré-candidata estabelece ainda um índice de 70% como meta de resolução dos
homicídios e defende que todas as polícias possam investigar e atuar nas ruas,
além de estimular a qualificação de policiais com a criação da Academia Nacional
de Segurança Pública.

“O país carece ainda de um sistema de controle de armas e munição”, elenca
Manuela. “Também defendemos uma nova política de drogas, regulando e
tributando o consumo delas, inclusive de bebidas alcoólicas, e utilizando os
recursos para reparação de áreas atingidas pelos conflitos do tráfico.”

MARINA SILVA (REDE)

ex-senadora-marina-silva-1471163687204_615x300A pré-candidata pela Rede afirmou ser necessário um “pacto em torno da paz
social” entre o governo federal e os diferentes atores sociais priorizando ações
preventivas focadas especialmente nos jovens negros moradores de periferias.
Para Marina, a falta de uma perspectiva ampliada sobre a segurança pública e a
falta de ações coordenadas são os principais obstáculos hoje enfrentados para uma
política efetiva na área.

Para tanto, propõe concentrar esforços na implementação e no aperfeiçoamento do
Sistema Único de Segurança Pública. Segundo ela, as estratégias de prevenção
precisam ser articuladas com um sistema de repressão qualificada usando a
inteligência policial.

Ela também disse que, se eleita, aperfeiçoará a integração de agências estatais e
priorizará manchas criminais, além de ampliar o papel dos municípios no setor.

“Defendemos ainda a reorientação do papel das guardas municipais com enfoque
comunitário e atuação em questões não criminais em programas preventivos, além
da ampliação das áreas de policiamento comunitário como instrumento de interação
e aproximação com a população”, disse. “Por fim, defendemos o uso intensivo da
tecnologia e da Inteligência Artificial nesse processo, no qual o governo federal será
o grande gerador e irradiador de inovação e técnicas de investigação.”

30ago2016-o-senador-fernando-collor-de-mello-ptc-al-fala-na-tribuna-do-senado-federal-durante-sessao-de-julgamento-do-impeachment-da-presidente-afastada-dilma-rousseff-ele-nao-declarou-seu-voto-1472FERNANDO COLLOR DE MELLO (PTC)

A reportagem entrou em contato com a assessoria do senador, mas não obteve
resposta até a publicação desta reportagem.

GUILHERME AFIF DOMINGOS (PSD)

8mai2018-presidente-do-sebrae-servico-brasileiro-de-apoio-as-micro-e-pequenas-empresas-e-pre-candidato-a-presidencia-guilherme-afif-domingos-psd-defendeuum-plebiscito-para-fazer-a-reforma-politica-1Para Afif, o crime organizado se estruturou melhor do que o poder público em
termos de estratégia e de armamento. Enquanto isso, diz, a organização policial
“bate cabeça” com outras organizações por falta de entrosamento e integração.
Segundo ele, o Brasil “joga jovens pobres na escola do crime por falta de
oportunidade na escola do trabalho”. Como solução, propõe que o mercado de
trabalho passe a poder contratar formalmente jovens a partir dos 14 anos.

Sem a possibilidade de trabalhar já nessa idade, falou, a perspectiva deles é de ir
para o crime organizado, “que ali oferece todas as condições de ‘progresso'”. “E lá
não tem fiscal do Ministério do Trabalho para proibir o uso destes jovens pelo crime
organizado. É preciso dar oportunidades de trabalho pros jovens menos
favorecidos”, acrescentou Afif Domingos.

JOÃO GOULART FILHO (PPL)

1dez2014-joao-vicente-goulart-ppl-apos-apresentacao-do-relatorio-da-comissao-da-verdade-que-indicou-que-nao-ha-sinais-de-que-o-ex-presidente-jango-tenha-sido-envenenado-1525362725534_615x300Goulart Filho afirmou que a medida mais importante é gerar empregos e melhorar
os salários existentes. Segundo ele, a crise econômica agrava “a principal causa da
violência, que é a desigualdade social”. A segunda medida mais urgente, disse, é
“acabar com a cultura da impunidade” perante o crime organizado, como milícias.

Outras propostas incluem eliminar a corrupção nas forças policiais, valorizar a
polícia com investimentos em pessoal e tecnologia, fortalecer órgãos de controle de
fronteiras e investir nas Forças Armadas, além de tratar usuários de drogas como
“doentes, e não criminosos”.

Como medidas para enfrentar a violência no país, Goulart Filho defende ainda um
governo federal com presença forte em cultura, educação, saúde, segurança, lazer
e a reforma urbana.

JOSÉ MARIA EYMAEL (PSDC)

9set2014-jose-maria-eymael-do-psdc-1520647279642_615x300O democrata cristão defende que o combate à violência precisa se ancorar em
cinco propostas: um Ministério da Segurança atuante em integração com as forças
policiais do país, investimento na educação e na “valorização da família”, aumento
da remuneração dos policiais, reforma do sistema penitenciário com foco na
ressocialização e oferta de trabalho aos presos, além do enfrentamento dos fatores
que levam à impunidade.

O pré-candidato diz que o dinheiro virá do combate à corrupção. “A primeira
providência para gerar recursos é realmente destruir a corrupção no Brasil”, afirma.

LEVY FIDELIX (PRTB)

2out2014-o-candidato-a-presidencia-da-republica-levy-fidelix-prtb-participa-de-debate-promovido-pela-tv-globo-na-noite-desta-quinta-feira-1412308341954_615x300Fidelix afirma ser necessário alterar a legislação penal para extinguir benefícios
dados aos presos, como o direito à progressão de regime depois de cumprido certo
tempo de pena.

Ele também defende que as penitenciárias sejam instaladas em “ilhas ou navios,
para que as pessoas que cometem crimes fiquem distanciadas do convívio social”,
diz. Fidelix também defende a criação de colônias agrárias ou de indústrias urbanas
com a obrigação de que os presos trabalhem nessas unidades.

Outro ponto defendido pelo pré-candidato é o aumento no salário dos policiais e o
investimento em equipamentos para as polícias, além do aumento do dinheiro
destinado à segurança pública. “Temos que dobrar ou triplicar o orçamento”, afirma.

PAULO RABELLO DE CASTRO (PSC)

8mai2018-paulo-rebello-pre-candidato-do-psc-a-presidencia-1525808022847_615x300Rabello de Castro defende o investimento na reestruturação das polícias e no
sistema penitenciário, incluindo a construção de novos presídios.

Ele afirma que é preciso fortalecer as áreas de inteligência das forças de segurança
para reforçar seu poder de investigação, com a informatização das delegacias, por
exemplo.

Por fim, Rabello de Castro diz querer modificar a legislação penal, “incluindo penas
mais severas como a prisão perpétua para homicídios dolosos, conforme consta em
nosso Plano de 20 Metas”, diz.

8mai2018-o-presidente-da-camara-dos-deputados-rodrigo-maia-dem-rj-fala-durante-evento-com-presidenciaveis-em-niteroi-rj-1525783545394_615x300RODRIGO MAIA (DEM)

A reportagem entrou em contato com a assessoria do deputado, mas não obteve
resposta até a publicação desta reportagem.

VERA LÚCIA (PSTU)

9mar2018-vera-lucia-pre-candidata-do-pstu-a-presidencia-da-republica-concede-entrevista-a-folha-1523933152632_615x300A pré-candidata à Presidência pelo PSTU, Vera Lúcia, defende a legalização do
consumo de drogas e diz que não há como acabar com a violência disseminada se
o Estado não assumir sua produção e distribuição.

Para Vera, “o aumento do número de mortes é o resultado da falsa guerra contra as
drogas, que serve somente para engordar os lucros dos barões da droga enquanto
a população pobre e os policiais são usados como bucha de canhão enquanto os
verdadeiros magnatas não são incomodados”.

A pré-candidata defende ainda a necessidade de “atacar a profunda desigualdade
social do país que se expressa no aumento do desemprego”. Para isso, ela propõe
revogar a reforma trabalhista e reduzir a jornada de trabalho sem afetar os salários,
além de adotar um plano de obras públicas que ofereça saneamento básico,
escolas e postos de saúde. “Para isso basta parar de pagar essa dívida pública que
sequestra a metade do orçamento do governo federal em favor do mercado
financeiro internacional”, diz Vera Lúcia em nota.

Governo paga salário de maio a servidores da Segurança, mas 13º continua sem data para pagamento

Postado em Atualizado em

Por Glaucia Paiva

dinheiro

O Governo do Estado paga nesta quarta-feira (06) os salários relativos ao mês de maio dos servidores da Segurança Pública e da SEJUC.

No entanto, apesar dos salários de maio terem sido creditados ainda com seis dias de atraso, o 13º salário do ano de 2017 para quem recebe acima de R$ 3 mil continua indefinido.

Isso porque o Governo havia anunciado que o pagamento do décimo terceiro se daria de maneira escalonada mês a mês, o fazendo até o dia 30 de abril para quem ganha até R$ 3 mil. Pela lógica do anúncio, os servidores que recebem mais de R$ 3 mil teriam seu 13º salário creditado no último dia 30 de maio.

Contudo, para a surpresa dos servidores, o Governo não creditou o décimo e sequer anunciou quando o fará, causando ainda mais uma incerteza para as finanças dos servidores públicos do Estado.

SOLDADO KELVES: 14° policial militar assassinado no RN

Postado em

Por Glaucia Paiva

IMG_20170221_102540_876A tarde deste sábado (02) iniciou com a notícia de mais um policial militar assassinado no Rio Grande do Norte.

O Soldado Kelves Freitas de Brito, lotado na Força Tática do 3° BPM, já é o 14° policial militar assassinado no Estado, que tem a triste estatística de um policial morto a cada dez dias.

De acordo com informações, Kelves foi surpreendido por dois criminosos que chegaram em uma moto em uma churrascaria, em Parnamirim, na qual o policial de folga aguardava atendimento. Não teve chance de defesa e morreu quase que instantaneamente após sofrer disparos na cabeça.

Kelves havia ingressado na Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte no ano de 2010 e passou por várias unidades operacionais do Estado, como 5° BPM e CIPAM.

PM EMITE NOTA DE PESAR

Nota de Pesar pelo falecimento do Soldado Kelves

É com pesar, que a Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte comunica o falecimento do bravo Soldado PM Kelves Freitas de Brito.

O Soldado Kelves ingressou na corporação no ano de 2010, tendo sido lotado 5° Batalhão de Polícia Militar, Companhia Independente de Policiamento Ambiental e, atualmente, pertencente à Força Tática do 3° Batalhão de Polícia Militar.

O Policial faleceu neste sábado (02) após ser covardemente atingido por disparos de arma de fogo efetuados por dois criminosos em um estabelecimento comercial em Parnamirim.

A Polícia Militar lamenta a morte deste honrado guerreiro, externando aos amigos, companheiros de trabalho e familiares, os nossos sentimentos de mais profundo pesar. 

A Polícia Militar informa que está em diligência na tentativa de capturar os assassinos.

Governo não paga décimo de que ganham mais de R$ 3 mil e incerteza volta a reinar em bolsos de servidores

Postado em

Por Glaucia Paiva

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Governador Rbinson Faria

O Governo do Estado mais uma vez não cumpriu o prometido junto aos servidores públicos do Estado em relação ao pagamento do décimo terceiro salário.

Desde a crise pela qual passou o Estado no mês de dezembro de 2017, com a paralisação de diversos setores públicos, dentre eles a Segurança Pública, o Governo havia prometido o pagamento do décimo, inicialmente, em uma modalidade de empréstimo o qual seria contratado pelos servidores públicos, mas o ônus total seria do Governo do Estado.

Encaminhado o projeto de lei para a Assembleia Legislativa que autorizou a operação de crédito, o Governo vetou – mesmo sendo de sua autoria, e informou que pagaria o décimo de forma escalonada por faixas salariais.

Assim o Governo o fez até a faixa de servidores que recebem até R$ 3 mil, pagos no último dia 30 de abril. Contudo, para a surpresa dos servidores que recebem mais de R$ 3 mil reais, o Governo ficou silente durante todo o mês de maio, que não informou qualquer data para o pagamento do décimo de quem recebe mais de R$ 3 mil.

Ainda esperando para o dia 30 de maio, os servidores do Estado tiveram a péssima surpresa de não terem seu décimo terceiro relativo ao ano de 2017 creditado em suas contas.

O blog manteve contato com a Secretaria de Administração e Recursos Humanos e obteve a informação de que não há ainda qualquer previsão para o pagamento do décimo terceiro salário daqueles que ganham mais de R$ 3 mil, causando mais uma incerteza no bolso dos servidores do Estado.

Governador promete quitar folha de servidores em até 60 dias

Em uma entrevista concedida à Rádio 96FM, o Governador prometeu quitar a folha salarial dos servidores do Estado em até 60 dias.

“Se der tudo certo algumas tratativas que estamos fazendo com o Banco do Brasil, com operação com as receitas de Royalties, teremos condições de colocar a folha em dia dentro de dois meses”, disse o Governador Robinson Faria.

Estado ainda não tem data para quitar folha de abril e 13º salários

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Por Tribuna do Norte

dinheiro-pkO Governo do Estado ainda não tem data definida para quitar a folha do mês de abril e o décimo terceiro salário. Até o momento, seguem sem os vencimentos
referentes ao mês passado os servidores que ganham acima de R$ 4mil. Já sobre o 13º salário de 2017, quem recebe mais do que R$3mil ainda não teve os valores
depositados. Também não há previsão para o início do pagamento referente ao mês de maio. A expectativa é de que até o final da semana, esses prazos sejam
divulgados, segundo informações da assessoria de imprensa do Executivo.

No que diz respeito à folha de abril, o Governo fez pagamentos de até R$4 mil
para todos os servidores que ganham a partir dessa faixa salarial. Aqueles que
recebem acima disso, no entanto, ainda não receberam os respectivos
complementos salariais.

O décimo terceiro salário, por outro lado, foi depositado na conta dos
funcionários públicos que recebem até R$3 mil, mas os funcionários com salários
acima dessa faixa ainda não têm previsão para o pagamento.

Sobre a folha de maio, a estimativa é que a Educação, e os outros setores que
possuem recursos próprios, tenham os pagamentos efetuados nos próximos dias.
Entretanto, para os demais servidores, o calendário ainda não foi estabelecido.