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NOTÍCIAS SOBRE O SUBSÍDIO: GOVERNADORA IRÁ ANUNCIAR NO PRÓXIMO DIA 25 RESPOSTA ÀS REIVINDICAÇÕES DA PM E DO CORPO DE BOMBEIROS

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O secretário chefe do Gabinete Civil do Governo do Estado, Paulo de Tarso Fernandes, disse no final da tarde desta terça-feira, dia 16, aos comandantes da Polícia Militar, Coronel Francisco Araújo, do Corpo de Bombeiros, Coronel Eliseu Dantas, e aos presidentes de sete associações representativas dos praças e oficiais das duas corporações que no próximo dia 25, Dia do Soldado, a governadora Rosalba Ciarlini irá anunciar as medidas que a administração vai tomar diante das reivindicações da categoria.
Os militares estaduais reivindicam um novo estatuto para as corporações, a aprovação de um código de ética e a equiparação dos salários aos da Polícia Civil. Na reunião, a consultora geral do Estado, Tatiana Mendes, explicou que o Governo está trabalhando no levantamento do impacto financeiro na folha de pagamentos e que é preciso observar as limitações impostas pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Paulo de Tarso enfatizou que o atual Governo reconhece a importância do pleito dos militares, mas que é preciso adequar a reivindicação à disponibilidade financeira, inclusive estabelecendo um cronograma e um mecanismo para evitar que uma nova defasagem salarial venha a acontecer.
“De concreto, o que posso comunicar agora a vocês é que no próximo dia 25, Dia do Soldado, a governadora Rosalba Ciarlini anunciará as medidas que o Governo irá tomar. O Governo entende que as reivindicações dos militares estaduais são um resgate histórico dos seus direitos, mas é preciso também compreender que o Estado tem limitações. Sempre se disse que o Estado não quebra. Mas o Estado quebra quando atrasa o pagamento dos salários dos servidores. Tivemos isso no passado, e não queremos que se repita”, ressaltou Paulo de Tarso.
No final da reunião, o comandante da Polícia Militar, Coronel Araújo, convidou a governadora Rosalba Ciarlini e o Secretário Chefe do Gabinete para a solenidade, na próxima sexta-feira, dia 19, às 16h, de aniversário do Hospital Pedro Germano, vinculado à corporação. Na ocasião, a Governadora e o Secretário serão homenageados com a Medalha do Mérito da Saúde Cel. Pedro Germano. Também esteve presente à reunião o secretário adjunto de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social, Silva Junior, e o subcomandante do Corpo de Bombeiros, Coronel Otto Ricardo Saraiva de Souza.


NOTA DO BLOG: Na reunião ocorrida hoje à tarde o Secretário Paulo de Tarso afirmou que a remuneração dos policiais e bombeiros militares será transformada em subsídio, sem, contudo, falar de valores, mas os PM’s já terão um ganho real no salário. Na ocasião, o presidente da Associação dos Bombeiros Militares, Soldado Maribondo, protocolou junto ao Governo do Estado a proposta do Novo Estatuto.

POLICIAL MILITAR DE ASSÚ ESPANCADO NO CEARÁ TEM MORTE CEREBRAL CONFIRMADA

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Soldado João Paulo havia sido espancado no domingo, durante uma festa no município de Canindé.
Os familiares receberam a informação do Instituto José Frota, em Fortaleza, que o soldado da Polícia Militar João Paulo Oliveira de Moura, de 30 anos, apresenta quadro de morte cerebral. O militar, que é integrante da PM RN desde 2009 e lotado no pelotão de Assu, havia sido espancado no domingo, em uma festa no município de Canindé, no Ceará.
O soldado teria sido agredido por seis homens que tomaram sua arma e chegaram a bater na cabeça do policial. Ele foi socorrido em estado grave. A delegada de Canindé, Claudia Oliveira Guia, já instaurou um inquérito para tentar identificar os responsáveis pela agressão. Algumas testemunhas e, inclusive, três suspeitos já foram ouvidos.
Um dos acusados, um menor de idade, procurou a delegacia para entregar a arma do policial. Esse, aliás, teria sido o motivo do espancamento. João Paulo estava em uma vaquejada, quando teria se encontrado com os acusados. Eles viram que o PM estava portando um revólver calibre 38 e decidiram tomá-la.
Segundo informações repassadas por testemunhas, o policial foi brutalmente agredido e arrastado por uma estrada. Uma das pessoas que presenciaram a cena chegou a gritar que ele era da Polícia Militar. Com isso, um dos acusados, identificado por Diogo, teria dado uma paulada na cabeça de João Paulo, que desmaiou na hora.
Apesar da informação repassada pelo hospital da confirmação de morte cerebral, a família ainda não determinou o desligamento dos aparelhos que mantêm o policial vivo.
FONTE: Portal BO

NOTA DO BLOG: É com pesar que o blog posta mais uma notícia sobre a perda de um irmão de farda. O soldado Moura deverá sempre ser lembrado por ter cumprido o seu dever para com a segurança pública, mesmo estando de folga, a frente de uma injusta agressão. Que Deus conforte os corações de sua família, pois com certeza nesse momento tão difícil a dor da perda é indescritível e quase insuportável. 

ALCAÇUZ REVIVE LANCES DO ANTIGO CALDEIRÃO DO DIABO

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Sem viaturas e armamentos, agentes penitenciários não conseguem estabelecer uma rotina padrão e evitar crimes dentro da unidade.
A maior penitenciária estadual do Rio Grande do Norte não é mais um modelo de segurança máxima. Treze anos se passaram desde a inauguração da construção em Nísia Floresta e as histórias de violências no interior da unidade começam a se agravar. Brigas, decaptações e mortes por armas de fogo passaram a fazer parte da rotina, resgatando lances do antigo Caldeirão do Diabo.
O que acontece em Alcaçuz? Para responder a essa pergunta, a equipe do Portal BO passou um dia dentro do presídio, acompanhando de perto a rotina. De cara, foi possível observar a insatisfação dos agentes penitenciários. A maioria reclama da falta de condições de trabalho e estrutura para dar conta dos mais de 700 presos.
Para se ter uma ideia, os agentes dispõem apenas de dois revólveres velhos, duas espingardas calibre 12 e coletes vencidos. Para se proteger, eles se veem obrigados a comprar pistolas com recursos próprios. A situação precária não para por ai. A unidade também carece de automóveis. Um dos agentes conta que em caso de doenças, os presos são conduzidos em veículos particulares.

“Os agentes é que estão dando condições de trabalho ao Estado, quando deveria ser ao contrário”, diz um dos agentes. Outro deles fala: “Isso aqui é o quintal, onde o governo esconde o lixo. Só estão investindo na Polícia Militar porque é como se fosse a sala de estar, é o que as pessoas veem na rua. Já as penitenciárias estão abandonadas, porque ninguém vem aqui ver”.
O sentimento de abandono também é sentido pelos presos, que ao perceberem a presença de uma equipe de reportagem começaram a gritar e reclamar. Como de costume, falaram mal da alimentação, mas também destacaram a existência de uma fossa aberta no meio de um dos pavilhões.
Diante da situação degradante, os agentes chegam a temer ações mais fortes por parte dos presos. No Pavilhão 1, por exemplo, comenta-se que existem pelo menos duas armas escondidas entre os presos. “Não temos como fazer uma revista lá com poucos agentes e sem equipamento. É muito arriscado”, revela um dos agentes.
Durante o dia, os agentes penitenciários ainda conseguem entrar no Pavilhão 1. O Portal BO acompanhou uma dessas entradas para retirada de um preso. O local está totalmente depredado e, realmente, vulnerável a uma rebelião. Em cada uma das celas existem buracos, por onde os presos conseguem sair à noite e circular livremente pelos corredores.
Por esse motivo, a sensação que se tem é de que a qualquer momento eles podem promover uma grande rebelião ou fuga em massa. Além disso, o risco de acerto de contas entre os próprios presos é constante. Durante a presença do Portal BO na recepção de Alcaçuz, um detento que havia sido agredido por outro detento conversava com a esposa.
Ele apresentava marcas de espancamento no rosto e nos braços. O diretor da penitenciária, Wellington Marques, comenta que esse tipo de situação foge do controle dos agentes. Mesmo assim, a direção adota algumas medidas para impedir conflito entre presos inimigos.
Ex-policiais militares, por exemplo, não podem ficar dentro de pavilhões. Sendo assim, eles acabam dormindo onde funciona o Setor Médico, que, na verdade, foi adaptado para comportar vários presos. Além dos ex-policiais militares, as celas do Setor Médico abrigam presos responsáveis por crimes de grande repercussão, como Osvaldo Pereira Aguiar, condenado pela morte e esquartejamento da menina Maisla Mariano.
“Ficar responsável pela custódia de ex-policiais militares é uma preocupação que não deveríamos ter. Era pra termos um local especifico para esse tipo de preso. Sempre encontramos dificuldades para abrigar um ex-policial e manter a ordem dentro do presídio”, ressalta o diretor.
Sobre a reestruturação da unidade, Wellington Marques informa: “o secretário de Justiça, Thiago Cortez, fez uma licitação para conseguir armas. No entanto, isso depende da burocracia do governo e isso é muito difícil”. Atualmente, o presídio não dispõe de veículo e o diretor resolve os problemas da unidade no próprio carro.
FONTE: Portal BO

PORTAL BO: PORTAL DE NOTÍCIAS EXCLUSIVO SOBRE SEGURANÇA PÚBLICA

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O Rio Grande do Norte ganhou mais uma ferramenta de divulgação das ocorrências policiais e assuntos ligados à Segurança Publica. Nesta segunda-feira (8), estreou o 1º Portal Policial do RN, o Portal BO. 
O veículo nasce com a proposta de apresentar diariamente fatos em destaque, bem como resgatar casos antigos da crônica policial.
O Portal BO é idealizado pelos repórteres Thyago Macedo e Sergio Costa, ambos com experiência no jornalismo policial. Para oferecer conteúdo especial, entrevistas e notícias de qualidade.
O veículo conta ainda com colaboradores, como o jornalista Marcio Morais, do Vale do Apodi.
Além disso, terá espaço para blogs relacionados com a área de segurança, como é o caso do Blog “Por Dentro da PM”, comandado pela soldado Glaucia Paiva. A partir de agora, o Portal BO assume o compromisso de levar informação rápida e com credibilidade.
Acesse AQUI

"ESTAMOS TRABALHANDO COM BASTANTE DIFICULDADES", AFIRMA SECRETÁRIO DE SEGURANÇA

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Passados sete meses à frente da Secretaria Estadual de Segurança Pública e Defesa Social (Sesed), o delegado federal Aldair da Rocha já pode ter uma noção da situação do setor no Rio Grande do Norte. Sem rodeios, ele admite que os agentes de segurança do Estado têm trabalhado com bastante dificuldade e faz um panorama claro de alguns problemas crônicos: a falta de estrutura da Polícia Civil e principalmente do Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep) e o efetivo insuficiente das Polícias e do Corpo de Bombeiros. O secretário fala ainda de projetos para sanar tais questões, dos já implementados e dos previstos para os próximos anos, como também dos preparativos para a Copa do Mundo de 2014. Sobre isso, ele se entusiasma em dizer que “a Copa será o grande legado para a nossa capital e para o estado” e cita os desafios para formar o efetivo necessário para o evento.
Ao assumir a pasta no início do ano, você disse que precisava de tempo para analisar a situação da segurança no RN. E agora, que avaliação faz desses sete primeiros meses de gestão?
Temos trabalhado com bastante dificuldades, principalmente no tocante ao efetivo. Essa situação permanece praticamente inalterada desde o começo do ano. Isso porque, de lá para cá, conseguimos formar apenas 103 policiais militares. Desses, 50 estão trabalhando em Mossoró e 53 foram distribuídos entre cidades da região Oeste. Tivemos ainda uma greve de 52 dias da Polícia Civil, que nos prejudicou bastante. Porém, desde o recomeço das atividades, os policiais têm feito verdadeiros mutirões para recuperar o tempo perdido. Temos tido bons resultados quanto a isso, a exemplo de uma operação na qual recapturamos cerca de 60 foragidos da Justiça. Outra medida que considero importante foi a extinção dos plantões de 24 horas nas delegacias de Natal. O problema do efetivo não permitia isso. O que acontecia na prática é que funcionavam apenas as DP’s de plantão após as 18h. Nas demais, ficavam dois agentes trabalhando como guardas patrimoniais. Agora ganhamos 131 policiais de volta às investigações, que estão passando por nova capacitação.
A falta de efetivo é algo que há tempos preocupa a área. De quanto é esse número hoje e qual seria o ideal?
Atualmente temos 9,6 mil PMs e existe uma lei aprovada que prevê o aumento desse número para 13.466. Precisamos abrir novos concursos para termos, até 2014, pelo menos 12 mil. No Corpo de Bombeiros há 650 e deveria existir pelo menos o dobro disso. A questão é que a formação de soldados tem um prazo muito curto, então dá para formar mil deles por ano. A dificuldade é de fazer isso com os oficiais, pois o curso leva três anos e precisamos formar 120 deles na PM e 50 dos Bombeiros. Vamos então fazer um esforço para concluir o processo em dois anos e meio, sem dar folga aos alunos, nem no sábado, nem no domingo. Em outubro esperamos lançar o edital. Já na PolíciaCivil, o efetivo é de 1,5 mil, entre delegados, escrivãos e agentes. Nossa necessidade é a dos cerca de 500 já concursados, esperando a nomeação, além de outras 160 vagas que foram criadas ultimamente por causa das aposentadorias, falecimentos e pedidos de licença. Pretendemos resolver essa questão dos concursados assim que o governo sinalizar de forma positiva.
Que projetos puderam ser implementados nesse período e que pode ainda ser feito?
Criamos o programa piloto do Ronda Cidadã, onde três comunidades do bairro Nossa Senhora da Apresentação, na zona Norte, fazem um patrulhamento fixo num raio de 12 quilômetros entre eles. No futuro, queremos ampliar isso para Felipe Camarão, Planalto e alguns bairros de Mossoró. Implantamos também o Patrulhamento Inteligente no N.S. da Apresentação. Nele, dois policiais trabalham a pé fazendo visitas a comércios, escolas e residências, conhecendo a população local e seus problemas. Depois fazem relatórios nos informando tudo isso, para planejarmos ações na área. Também temos o Olhar Seguro no bairro, onde estão nove escolas municipais. Treinamos 54 Guardas Municipais, transformando-os em parceiros. Assim eles tomam conta não somente do patrimônio, mas também das imediações.
Futuramente, queremos ampliar o serviço de bases comunitárias. Vamos transformá-las em bases integradas de segurança, com três tamanhos diferentes. Nelas, poderemos colocar, além da PM, um agente da Polícia Civil e um Guarda Municipal. Em uma maior, teremos a união de uma companhia da PM e uma delegacia. Outras podem até integrar batalhões inteiros da PM.
Mas isso tudo parece contemplar apenas a capital. E quanto ao interior do RN?
Precisamos levar a Polícia Civil para o interior. Existem 40 comarcas no estado sem presença da polícia judiciária. Mas isso só será resolvido com a contratação dos concursados. E a PM também precisa de um aumento no efetivo pelo interior. Enquanto isso, colocamos em prática o projeto Sertão Seguro, enviando quatro equipes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da PM para oOeste. O objetivo, na verdade, é ter 12 equipes, dividindo o estado em três áreas de atuações do projeto. Sabemos das dificuldades, pois o crime no interior tem aumentado devido à ação das quadrilhas interestaduais. Temos procurado fortalecer o intercâmbio de informações com as polícias dos estados vizinhos para darmos uma melhor resposta. O bandido trabalha nas deficiências da polícia e queremos saná-las.
Outra preocupação constante na Segurança Pública é a situação do Itep. O que pode ser feito para solucionar os problemas desse órgão?
Temos que trabalhar de forma emergencial, pois o Itep está numa situação que não dá mais para se esperar. De imediato, faremos uma reforma no setor de Medicina Legal. Vamos trocar a câmara frigorífica, onde ficam os cadáveres. A atual já tem 30 anos e apresenta vários problemas. A nova já está sendo fabricada no Rio de Janeiro e num prazo de até 40 dias vai ser entregue. Vamos fazer também outras pequenas reformas no necrotério. Na Coordenadoria de Identificação (Coid), o prédio é velho e está totalmente deteriorado. Em janeiro, chegou até a ser interditado pelos Bombeiros, pois está cheio de infiltrações, correndo o risco de se perder vários documentos importantes. Para resolver isso, vamos transferir todo o setor para um prédio em Lagoa Nova, que estamos reformando. A Coordenadoria de Criminalística (Cocrim) também está precisando de adaptações e melhorias. O fato é que um novo Itep precisa ser construído. Para tal, já estamos elaborando um projeto arquitetônico para instalá-lo e também procuramos o local para o funcionamento do órgão.

O Itep passa ainda por um problema de regulamentação interno. Vamos ter de reformular o estatuto do órgão para poder fazer um concurso. Temos um número muito pequeno de peritos. Eles são muito bons e bastante capacitados, mas estão desestimulados devido às péssimas condições de trabalho. A verdade é que, nos últimos 10 anos, acabaram com o Itep.
O que costuma medir a sensação de segurança da população costuma ser o número de homicídios. E os potiguares estão assustados com isso, principalmente em Mossoró. O que pode ser feito para reverter o quadro?
Realmente, em Natal, temos mantido a média desses crimes até numa maneira suportável, comparada às outras capitais do país. Mesmo assim, precisamos melhorá-la. Já em Mossoró, notamos um crescimento significativo, pois os homicídios aumentaram em 100% nos cinco primeiros meses deste ano. Mas de junho para cá a polícia tem feito várias operações e conseguimos reduzir esses números. Enquanto que em maio foram registrados 26 assassinatos, em julho fechamos com 10, apenas. A expectativa é de que consigamos normalizar até o final do ano. Sabemos, porém, que é preciso um combate também ao tráfico de drogas, já que a maioria dos assassinatos está relacionando com o narcotráfico.
O narcotráfico é outro ponto que preocupa o potiguar. Existe estrutura suficiente para enfrentar esse problema?
A Delegacia de Narcóticos realmente precisa de melhorias. Ela tem um delegado excelente, que tem feito um trabalho incansável. Mas falta estrutura para ele e acaba fazendo somente o básico. Novamente voltamos a questão do efetivo. Precisamos de mais gente. Se aumentarmos o pessoal da Denarc, teríamos que esvaziar outras delegacias.
Aliás, a estrutura das delegacias ainda é precária. O que será feito para melhorá-las?
A maioria das DP’s não tem computadores. Por isso não sabemos quantos boletins de ocorrência e inquéritos foram registrados nas unidades policiais. Não dá para saber se em delegacia A tem 300 inquéritos e na B apenas 5. Isso dificulta até para distribuirmos efetivo, pois não sabemos que área está com mais necessidade. Hoje não conseguimos cobrar do delegado seu desempenho, pois falta equipamentos para gerenciar o funcionamento das DP’s. Até o final deste ano, vamos entregar novos computadores e viaturas para resolver essa situação. Também estamos desenvolvendo um sistema que interligue as informações entre as delegacias de Natal, a princípio.
E o que está sendo preparado para a Copa de 2014?
Criamos um grupo de estudo que está avaliando as necessidades do estado para esse evento. Todas essas informações estão sendo repassadas para a secretaria especial criada no Ministério da Justiça para a Copa. Esses dados serão então enviados à presidente, que se encarregará de encaminhá-los ao Congresso, pois isso vai afetar o orçamento da União. Estamos requerendo vários treinamentos e equipamentos para a melhoria da segurança em todo o estado para a Copa. Isso trará benefícios não somente à capital, mas também ao interior, pois os policiais que trabalham por lá também passarão por cursos de aperfeiçoamento.

DEPUTADO PROPÕE CRIAÇÃO DE COMISSÃO PARA ACOMPANHAR CONCURSADOS DA PM E BOMBEIROS DO RN

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Os constantes casos de violência no interior e na capital do RN recentemente noticiados pela imprensa, foram tema do pronunciamento do deputado Fábio Dantas (PHS), em sessão plenária nessa semana. O parlamentar manifestou preocupação com os constantes ataques a caixas eletrônicos e informou que é de sua autoria um projeto de lei que estabelece a obrigatoriedade da manutenção de segurança privada próximo aos terminais.
Ainda com relação a este tema, Fábio Dantas propôs a criação de uma comissão parlamentar para acompanhar os concursados da Policia Militar e dos suplentes do Corpo de Bombeiros, em uma reunião na próxima terça-feira (9) no Gabinete Civil do Estado.
FONTE: DN online