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POLICIAIS MILITARES TÊM DIREITO A DESCONTOS EM CURSO DE INGLÊS

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A Polícia Militar do Rio Grande do Norte e a British Empreendimentos Educacionais LTDA firmaram um convênio entre si, o qual objetiva a obtenção de descontos mensais para os integrantes da PMRN e seus dependentes.
O convênio foi firmado em dezembro de 2010 e concede 40% de descontos no valor das parcelas mensais de bolsas de estudo em qualquer unidade da  Escola de Inglês British, localizadas em Natal (bairros de Candelária e Nossa Senhora da Apresentação) e em Caicó.
Os descontos estabelecidos no referido convênio estende-se a todos os policiais militares do RN, bem como pensionistas e dependentes que já frequentem o curso na Escola British.
Segundo informações da Direção da Escola de Ingês British, o convênio foi firmado visando a especialização do policial militar para atuar no evento da Copa do Mundo de 2014, onde Natal figura-se como uma das cidades-sede do evento esportivo.
Os policiais que desejarem realizar o curso de idiomas na referida escola poderá apresentar o contracheque como forma de comprovação do vínculo com a Corporação para a aquisição do desconto.
Mais informações sobre este convênio nos telefones (84) 3614-1047 e (84) 3084-6174.

Matéria criada pela Sd Glaucia, com informações da Escola de Inglês British

POLÍCIA MILITAR DO RN E UNIVERSIDADE POTIGUAR CELEBRAM CONVÊNIO E CONCEDEM DESCONTOS EM CURSOS DE GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO

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A Universidade Potiguar (UNP) e a Polícia Militar do Rio Grande do Norte (PMRN) assinaram um Termo Aditivo ao Convênio de Prestação de Serviço Educacional celebrado entre as partes desde o mês de março do ano de 2009.

O Termo Aditivo foi publicado no Boletim Geral nº 097, de 25 de maio de 2011, o qual estabelece o percentual a ser concedido aos novos alunos aprovados em vestibular. O desconto concedido aos policiais militares que desejarem realizar um curso de graduação na Universidade Potiguar será de 15%, a incidir no valor a ser pago no momento da quitação da parcela da mensalidade. Já para os cursos de pós-graduação Lato Sensu, o desconto concedido é de 20% sobre o valor da mensalidade.

Entretanto, o Convênio não abrange o curso de Medicina, Mestrado e outros cursos que ainda não estejam em funcionamento.

Para conferir os valores atuais de cada curso, CLIQUE AQUI.

Matéria criada pela Sd Glaucia

ESTUDO REVELA QUE PM’s FEMININAS SÃO MENOS VIOLENTAS QUE OS HOMENS

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Estudo da Faculdade de Direito da USP mostra que mulheres se envolvem em menos crimes, mas representam 10% da corporação

Números da Polícia Militar e um estudo da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) apontam que as PMs femininas são menos violentas que seus colegas homens. Mesmo assim, a corporação só reserva 10% das vagas para as mulheres, que ficam com as tarefas mais burocráticas. Atualmente, o contingente da Polícia Militar paulista é formado por 9 mil mulheres e 84 mil homens.

O estudo Mulheres na Polícia Militar do Estado de São Paulo: a difícil mudança de paradigma, que demorou três anos para ser concluído, mostra ainda que as oficiais femininas são tão eficientes no policiamento quanto os homens. Mariana Barros Barreira, a autora do estudo, pesquisou estatísticas de forças policiais dos Estados Unidos e países da Europa. Constatou em todas que havia menos agressividade por parte das mulheres.

De acordo com dados da Polícia Militar paulista, há cinco vezes mais oficiais homens presos que PMs mulheres. A cada 2.250 policiais militares homens, mais de cinco estão detidos no presídio da corporação, o Romão Gomes, na zona norte. Já para o mesmo número de PMs femininas, há apenas uma detida.

O comando da corporação alega que os números de presos mostram que “as mulheres são empregadas em situações menos graves, como negociadoras, administração ou ronda escolar”. Nos presos recaem acusações como roubos, homicídios e violar regras internas.

Sobre o envolvimento de policiais femininas de São Paulo em casos recentes de agressão, a autora do estudo, Mariana Barros, explica: “Por serem minoria, algumas acabam adotando a violência como forma de reconhecimento entre os colegas “. Uma tenente está entre os presos acusados de espancar e matar um motoboy em abril, no quartel da Casa Verde, zona norte.

Hoje, enquanto as mulheres são 10% dos componentes da PM, na Polícia Civil elas são 30%. “A hegemonia de homens é uma opção política da PM, que ignora a proporção entre os sexos “, diz a pesquisadora. Denis Mizne, diretor executivo do Instituto Sou da Paz, considera que o aumento da presença de mulheres melhoraria a PM. E vai além. “É preciso que elas também ocupem cargos importantes dentro da Polícia Militar”, diz.

Carreiras. Pelo menos no curto prazo, a predominância masculina na PM não deve mudar. Homens e mulheres, desde o início, têm carreiras distintas. “Se olharmos os cargos de chefia, veremos que existe um funil”, afirma Mariana Barros.

Entre os 52 batalhões da Grande SP, só um tem comando feminino: o 5.º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano (BPM/M), na Vila Pedrosa, zona norte da capital, chefiado pela tenente-coronel Edneide Lima Nóbrega.

A pesquisadora critica o fato de o cargo máximo da PM paulista, o de comandante-geral, não poder ser ocupado por uma mulher. A escolha é feita pelo governador do Estado por meio de uma lista em que só podem ser indicados os coronéis homens da ativa. Em outros Estados, como Rio Grande do Sul e Minas Gerais, a situação é diferente. As carreiras dentro dessas PMs são unificadas. Para Mariana Barros, isto comprova um preconceito de gênero em São Paulo.

Para o coronel Luiz Eduardo Pesce de Arruda, comandante do Centro de Altos Estudos de Segurança (Caes), o papel feminino cresceu na instituição. “Nós temos quatro mulheres entre os quadros mais altos”, diz. Segundo ele, São Paulo foi o primeiro Estado do País a contar com mulheres no policiamento. A unificação entre os quadros de oficiais deve acabar com as diferenças. “As mudanças exigem análise e estudo.”

FONTE: O Estadão

ESTUDO REALIZADO POR ASSOCIAÇÃO MÉDICA DIZ QUE O TRABALHO REALIZADO EM SISTEMAS DE TURNOS E NOTURNOS PREJUDICA A SAÚDE

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Um estudo realizado pela ASSOCIAÇÃO CATARINENSE DE MEDICINA concluiu que o trabalho realizado em sistema de turnos e noturno, fixo ou alternante, é uma forma atípica de organização temporal de trabalho com sérios prejuízos para saúde do trabalhador, uma vez que o ser humano tem maior propensão a desordens no turno noturno devido ao conjunto de ritmos biológicos que regulam o funcionamento de suas várias funções fisiológicas ser de orientação diurna.

Entre as perturbações mais freqüentes dos trabalhadores em turnos alternantes, estão: as perturbações do sono e vigília, alteração da temperatura corporal, distúrbios gastrintestinais, e distúrbios cardiovasculares.

Em princípio, o que caracteriza o regime de turno contínuo de revezamento é a alteração sistemática do horário de trabalho. Esse sistema, como é sabido, é amplamente utilizado pela maioria das polícias militares brasileiras, a fim de servir a comunidade nas 24 horas do dia.

Todavia, essa variação periódica, por impedir a adaptação do organismo a horários fixos, tanto de trabalho quanto de repouso, afeta profundamente a saúde do trabalhador, impossibilitando a formação do denominado “relógio biológico” e, conseqüentemente, tornando o trabalho excepcionalmente penoso e desgastante, a ponto de justificar a jornada especial de 6 horas diárias.

Apesar de não haver previsão estatutária, concluímos que a referida redução se aplica também aos militares estaduais que atuam no mesmo regime, mais precisamente, os que atuam no policiamento ostensivo.

FONTE: ACS/ Brigada Militar via Jus Militar

NOTA DO BLOG: A redução da carga horária constitui uma das lutas dos policiais militares de todo o Brasil. O estudo acima só mostra o que todos já sabiam: o trabalho de 24h ou em turnos alternados prejudica a saúde do policial. Com esse tipo de trabalho fica prejudicado o funcionamento do “relógio biológico” do policial, haja vista que o corpo nunca irá saber qual o horário que é para ficar acordado ou para dormir. Além da saúde corporal ficar prejudicada, a saúde mental do trabalhador também fica alterada, com mudanças de humor e o desenvolvimento de agressividade, por exemplo. Espero que esse estudo venha abrir a mentalidade das autoridades, preocupando-se com a saúde do profissional de segurança pública, já que lidamos com a vida.