Caicó

3º DPRE forma 532 crianças em Projeto de Educação de Trânsito na Escola, em Caicó

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Por Assessoria de Comunicação da PMRN

Na manhã dessa sexta-feira, 13, o 3º Distrito de Polícia Rodoviária Estadual promoveu uma solenidade de formatura de 532 crianças beneficiadas pelo Projeto Educação de Trânsito na Escola.

A formatura foi realizada no Ginásio do Complexo Ilha de Sant”Ana, em Caicó e contou com a presença de autoridades civis e militares da cidade.

Durante o evento, o Major PM Francisco Borges da Silva Neto, Comandante do 3º DPRE, entregou às autoridades presentes o Título “Amigo do CPRE”, em reconhecimento a contribuição no desempenho do Projeto em Caicó.

O evento contou, ainda, com a presença do Prefeito de Caicó, Bibi Costa, o Subcomadante do Policiamento Rodoviário Estadual, Coronel PM Ulisses, e do Coronel PM Jânio Marinho.

NOTA DO BLOG: O Blog parabeniza a iniciativa do Major PM Silva Neto e os demais policiais militares que acreditaram no Projeto e que contribui significativamente na educação de trânsito, criando uma consciência nos futuros motoristas de Caicó. Iniciativas como essas devem ser levadas adiante e propagadas em nossa Instituição.

Projeto do 3º DPRE lança Cartilha Educativa de Trânsito para 1.041 crianças das escolas de Caicó

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Por Assessoria de Comunicação da PMRN

Na manhã dessa quarta-feira, 23, o 3º Distrito de Polícia Rodoviária Estadual, em parceria com o Departamento Estadual de Trânsito do RN (DETRAN) realizaram o lançamento da Cartilha Educativa de Trânsito destinada para mais de mil alunos da rede de ensino público e privado do Município de Caicó. A solenidade ocorreu no auditório do 6º Batalhão de Polícia Militar, sediado em Caicó.

A cartilha faz parte do Projeto “Educação de Trânsito na Escola”, idealizado pelo Major PM Francisco Borges da Silva Neto e posto em prática desde outubro de 2011, o qual vem desenvolvendo ações educativas sobre trânsito nas escolas do Município de Caicó.

“O projeto justifica-se pela necessidade de formarmos condutores e pedestres mais educados e conscientes sobre seus direitos e deveres, formando-os desde o ensino fundamental. O processo facilitará o futuro condutor de veículos e pedestres, uma vez que desde criança eles irão aprender as noções básicas de segurança no trânsito”, declarou o Major PM Silva Neto.

A cartilha beneficiará mais de mil crianças, as quais compreenderão a responsabilidade de cada cidadão no trânsito, e poderão levar as lições para seus pais e responsáveis, tornando-se um multiplicador da educação no trânsito.

O Projeto ainda possui como mascote o “Agente Aguiar”, em referência ao símbolo das Polícias de Trânsito no Brasil.

Associação denuncia Governo do Estado e PMRN por uso de viaturas irregulares no interior

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Por Sd Glaucia

Após o início do movimento “Segurança com Segurança”, um fato inusitado foi descoberto no interior do Estado.

Ao consultar a placa da viatura de Caicó no sistema do DETRAN, policiais daquela cidade descobriram que o veículo se encontra com o pagamento das taxas atrasado desde o ano de 2009.

De posse da documentação que comprova a irregularidade, a Associação dos Praças da Polícia e Bombeiros Militares do Seridó (APBMS/PMRN) apresentou denúncia ao Ministério Público contra o Governo do Estado do Rio Grande do Norte e a Polícia Militar, sob alegação de que os referidos órgãos estariam colocando as viaturas com a documentação irregular, contrariando o Código de Trânsito Brasileiro.

Os policiais de Caicó mantém o movimento, mesmo com represálias do comando do 6º Batalhão de Polícia Militar, e as informações é de que outras associações de policiais e bombeiros militares estarão se deslocando para a cidade a fim de dar o apoio necessários aos policiais que aderirem ao movimento.

Em Caicó, viaturas do 6º BPM se encontram irregulares no DETRAN desde 2009

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Por Sd Glaucia

 

Documento mostra que viatura encontra-se irregular no DETRAN desde o ano de 2009

Com o início do movimento “Segurança com Segurança”, policiais e bombeiros militares de todo o Estado estão adotando uma nova postura de trabalho. Os militares estaduais estão exigindo primeiro as mínimas condições de segurança para assumirem o serviço diário de forma a garantir a segurança da população norte-riograndense.

A noite desta sexta-feira (28) não foi diferente da situação encontrada na maioria das unidades policiais do Estado. Policiais militares do 6º Batalhão de Polícia Militar recusaram-se a assumir o serviço por encontrar irregularidades nas viaturas.

Segundo informações, há veículos com as taxas do DETRAN atrasadas desde o ano de 2009, o que contraria a Instrução Normativa nº 001/2011, de 1º de junho de 2011, emitida pela Secretaria de Segurança Pública do Estado, já que pela Instrução Normativa os motoristas estão sujeitos às penalidades previstas na legislação em vigor.

Dessa forma, os policiais alegaram que não assumiriam a responsabilidade por qualquer viatura que estivesse irregular de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, para que não houvesse sanções administrativas contra os PM’s, conforme estabelece a Instrução Normativa da SESED.

SOLDADO SMITH SERÁ ENTERRADO COM HONRAS MILITARES EM CAICÓ

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O policial Bruno Belizário Smith será velado e enterrado com honras militares em Caicó, município onde morava. Uma tia do PM está em Natal resolvendo os trâmites burocráticos para a liberação do corpo do policial.

Na manhã de hoje, por voltas das 8h30, ela foi até a delegacia de Plantão Zona Sul, para fazer o boletim de ocorrência e só depois o Hospital Walfredo Gurgel pode liberar o corpo para que seja feita a necrópicia pelos peritos do ITEP. A previsão é que o corpo seja liberado na tarde de hoje.

“O policial vai ser enterrado com honras militares sim, ele tem esse direito porque foi morto em serviço. Nós só estamos esperando a liberação do ITEP para que o corpo seja levado para Caicó. Não sei confirmar o local do velório, mas será naquele munícipio”, disse o comandante geral da PM, Cornoel Araújo.

De acordo com informações extra oficiais o corpo do policial Smith, permanecerá por duas horas sendo velado na capela do batalhão. Depois será levado para o Memorial Santa Clara, onde ficará sendo velado até as 8 horas da manhã de segunda-feira (14). Após uma missa na Igreja de São José, Smith será sepultado.

Coronel Araújo explicou que após a chegar o cemitério, o caixão é encostado no chão, é dado três salvas de sete tiros, e quando o policial estiver sendo enterrado, é dado o toque de silêncio, através do corneteiro oficial do 6º BPM, ao qual o policia pertencia

O policial Smith, atualmente integrava o quadro do Serviço de Inteligência da PM do Seridó. Ele ingressou na Polícia Militar em 2004.

FONTE: Tribuna do Norte

NOTA DO BLOG: Quantos Heróis ainda precisam morrer para que os policiais militares do RN sejam reconhecidos e valorizados. Sei que lidamos com a vida e, muitas vezes a morte, mas quando vemos um companheiro partir de uma forma trágica, apesar do exercício da profissão, nos faz refletir sobre a nossa função. Sempre digo que nossa profissão é nobre, mas ainda falta reconhecimento de tamanha nobreza por parte das autoridades competentes. O reconhecimento e a valorização do policial deve ser um passo a ser dado pelas autoridades públicas de todo o país. Não se pode tratar esses homens e mulheres como máquinas, mas como Heróis.

POLICIAL MILITAR DE CAICÓ AJUÍZA AÇÃO DE ASSÉDIO MORAL CONTRA SUBCOMANDANTE DE BATALHÃO

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Nenhum equipamento ou armamento, por mais moderno que seja, substitui o bom militar e policial nenhum exerce bem sua importante e complicada missão se não fizer parte de um grupo coeso, leal, solidário e com um alto espírito de respeito e confiança entre seus membros.

Hierarquia e disciplina. Estes dois conceitos basilares vêm norteando, há muito tempo, o trabalho das Forças Armadas e das Polícias Estaduais do Brasil. É lógico e evidente que, em qualquer empresa organizada, esses dois pilares são observados, mas em nenhuma outra carreira eles são tão importantes e úteis como na vida militar.

A hierarquia e a disciplina, portanto, são os dois sustentáculos da gloriosa Polícia Militar do RN, mas existe uma ameaça invisível que consegue pôr abaixo estes dois preceitos. Estamos falando do assédio moral. Este câncer nas relações profissionais é capaz de causar inúmeros danos psicológicos aos que dele são vítima e é caracterizado por uma conduta abusiva de superiores que se utilizam de sua condição de chefia para marginalizar e constranger subalternos.

Assédio moral foi o motivo que fez o soldado PM Radmak Caetano ajuizar uma ação contra o Major Cícero Francisco Cardoso atual subcomandante do 6ºBPM em Caicó. O simples fato de um subordinado entrar com uma ação contra um superior é um perigoso sinal que as relações de cordialidade, confiança, respeito e cooperação que devem existir em qualquer grupo estão enfraquecidas. Na PM esses paradigmas têm que funcionar perfeitamente, já que o êxito da atividade policial exige obrigatoriamente um grupo coeso com respeito e confiança mútua entre seus membros.

O Fato que motivou a ação na justiça começou a ser perpetrado no dia 26 de maio de 2009 quando o denunciante, Soldado Radmark Caetano, fora acionado para atender uma ocorrência no bairro João XXIII em Caicó. Chegando lá, deparou-se com outro soldado que se dizia em uma diligência. Este último, então, começou proferir palavras de baixo calão contra o soldado Radmak, pedindo para ele se ausentar imediatamente do local. Segundo o denunciante, a confusão teria ficado só entre estes dois PMs caso o então, à época, capitão Cardoso não tivesse tomado as dores do outro soldado que interferiu no trabalho do soldado Radmak.

Após esse fato, o major Cardoso, segundo o autor da petição, o haveria insultado dizendo que o militar não era homem e que queria ficar debaixo da asa do pai a vida inteira, já que o pai do soldado Radmak era subtenente da Reserva Remunerada.

Ainda segundo o denunciante, o atual subcomandante do 6º BPM teria dito que o soldado não era homem para trabalhar na rua e conseqüentemente ordenou sua retirada do serviço de escala nas ruas de Caicó, determinando que o colocasse na guarda do 6º BPM.

A partir disso, o Soldado Radmak começou sentir ansiedade e uma sensação de baixa-estima achando-se degradado no ambiente de trabalho, com sua dignidade e integridade psicológica ofendidas. Depois desse fato, o militar não foi mais o mesmo. Tinha constantes picos de pressão alta e passou a tomar, por ordem médica, remédios de uso controlado.

“Nunca mais fui o mesmo. Não consigo esquecer as humilhações a que fui submetido no 6ºBPM. Não tenho raiva do major Cardoso, mas espero sinceramente que a justiça consiga reparar esse dano e que isso me devolva à tranqüilidade para exercer minhas funções como militar da PM/RN”, confidenciou o soldado Radmak Caetano.

O soldado, acima citado, hoje destacado na cidade de São José do Seridó/RN, declara que gostaria de voltar a atuar nas ruas de Caicó. “Gosto do trabalho de rua em Caicó. É exaustivo, mas me sinto útil a sociedade”, encerrou o militar. Ele agora aguarda o agendamento da primeira audiência.

Seja qual for o resultado dessa disputa jurídica, onde está em jogo o resgate da honra e dignidade de um policial que como qualquer cidadão tem o direito de sentir-se ofendido, ela poderia ter sido evitada se conceitos de urbanidade, lealdade, confiança, camaradagem e respeito tivessem sido observados. Não é preciso ir muito longe para encontrar alguém que siga preceitos como estes que acabamos enumerar. Dentro da própria PM há um militar que consegue sintetizar tudo isso e deveria servir de exemplo para todos os demais. Seu nome: coronel Francisco Araújo, Comandante Geral da PM. Um homem correto, urbano e cordial com todos os seus subordinados, talvez pelo seu brilhante profissionalismo e por ter vindo de origem humilde, ele mais do que ninguém sabe que nenhum equipamento ou armamento, por mais moderno que seja, substitui o bom militar e que policial nenhum exerce bem sua importante e complicada missão se não fizer parte de um grupo coeso, leal, solidário e com um alto espírito de respeito e confiança entre seus membros.

FONTE: V&C Artigos e Notícias

NOTA DO BLOG: Infelizmente, o assédio moral é uma realidade na polícia militar, uma vez que muitos podem confundir o sentido da hierarquia e disciplina que baseiam a vida militar. Não é incomum encontrar policiais que sofreram ou presenciaram algum tipo de situação humilhante ou constrangedora durante a jornada de trabalho e no exercício da função policial, constituindo em uma violência psicológica, causando danos à saúde física ou mental, como no caso do policial citado. É preciso, contudo, que, no caso particular da Polícia Militar, a hierarquia e a disciplina não sejam confundidas com situações humilhantes e vexatórias para os seus subordinados, mas como uma forma de manter o respeito e a observância das Leis. Lembremos do nosso Estatuto Policial Militar (Lei nº 4.630/76), o qual já prevê como preceitos éticos do policial militar o respeito à dignidade da pessoa humana e o zelo pelo preparo moral, intelectual, físico e pelos subordinados, tendo em vista o cumprimento da missão comum.