assassinato

POLICIAIS MILITARES QUE PRENDERAM ASSASSINOS DO SOLDADO CANTALICE SÃO HOMENAGEADOS

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Na manhã desta sexta, 04, o comando da Polícia Militar realizou a segunda formatura mensal deste ano, desta vez com o objetivo de transmitir aos policiais militares informações administrativas gerais relativas ao serviço do Carnaval, condecoração com a Medalha Coronel Bento Manoel de Medeiros e também realizar a leitura de elogios. Segundo o Comandante-geral da PMRN, Coronel Francisco Canindé de Araújo Silva, que estava acompanhado do Secretário Estadual de Segurança Pública e da Defesa Social, Aldair da Rocha Câmara, a tropa deverá primar pelo serviço e agir sempre dentro da legalidade.

Também foi realizada uma homenagem aos policiais militares do Rio Grande do Norte e da Paraíba que uniram forças com o objetivo de capturar os assassinos do Soldado Cantalice, que foi morto no dia 11 de janeiro deste ano, durante uma ocorrência policial.

O Comandante-geral resolveu condecorar representativamente dois policiais militares do Rio Grande do Norte e dois policiais militares da Paraíba, sendo o 2º Ten PMRN Jorgivan de Souza Pereira, 1º Sgt PMRN José Carlos da Silva, ST PMPB Zenaldo Paulo dos Santos, Cb PMPB Marcilio de Figueiredo Soares agraciados com Medalha Coronel Bento Manoel de Medeiros, cedida aos militares estaduais e demais servidores da segurança pública que tenham se destacado no desempenho das atividades funcionais.

FONTE: PMRN

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JUSTIÇA DO RIO DECRETA A PRISÃO DO GOLEIRO BRUNO

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Ex-namorada do goleiro do Flamengo tentava provar que teve filho dele.
Macarrão é amigo do atleta e teria participado do sumiço de Eliza Samudio.

A Justiça do Rio de Janeiro acatou nesta quarta-feira (7) os pedidos de prisão temporária feitos pelo Ministério Público contra o goleiro Bruno e seu amigo Luiz Henrique Ferreira Romão, conhecido como “Macarrão”. Eles estariam envolvidos no desaparecimento da ex-amante do atleta do Flamengo, Eliza Samudio. Ela está desaparecida desde o início do mês de junho.

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A assessoria da Polícia Civil de Minas Gerais confirmou que outros oito mandados de prisão foram decretados pela Justiça mineira, entre eles, mais dois contra Bruno e Macarrão, além da mulher do goleiro, Dayane Fernandes. Também teriam sido acatados três mandados de busca e apreensão de veículos.

Duas equipes da Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro chegaram ao condomínio onde mora o goleiro do Flamengo, Bruno, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste, por volta das 5h desta quarta. Policiais entraram na casa por volta de 8h e saíram 15 minutos depois. Segundo informações iniciais da polícia, Bruno não estava em casa e as buscas ao goleiro e seu amigo continuam.

Bruno nega envolvimento no sumiço de Eliza. Na semana passada, disse ao G1 que estava “chateado” com o caso. “Por enquanto é uma situação delicada. Estou chateado. Estou torcendo pra que ela possa aparecer. Está sendo constrangedor, não só pra mim, quanto para minha família. Chateado eu estou, pelo fato de ela ter desaparecido, mas quero que ela apareça logo, para que a gente possa conversar, voltar a ser feliz outra vez, porque tá difícil.”

Interrogatório

Um jovem de 17 anos, que foi apreendido pela polícia na casa do goleiro, prestou depoimento por mais de sete horas na terça-feira (6), na Divisão de Homicídios do Rio. O interrogatório pode ajudar a polícia a desvendar todo o mistério em torno do desaparecimento de Eliza. Ele foi levado para Minas, para ajudar nas investigações que estão centralizadas por lá.

O adolescente foi encontrado na casa do jogador na tarde desta terça-feira, após uma denúncia. O goleiro Bruno estava em casa e abriu a porta para os policiais. De acordo com a polícia, o depoimento do menor foi considerado esclarecedor, apesar dele ter entrado em contradição várias vezes. Durante o interrogatório, ele confirmou que Eliza está morta.

Segundo a polícia, o adolescente mentiu em alguns momentos. No interrogatório, de acordo com a polícia, ele contou que ajudou o Luiz Henrique Romão a levar Eliza Samudio e o bebê do Rio para o sítio do goleiro, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG).

Versão do menor

O adolescente disse à polícia que estava escondido no banco de trás do carro. No meio da viagem, segundo ele, houve uma discussão e ele bateu na cabeça de Eliza com uma arma que pertenceria a Macarrão. O menor contou que, neste momento, ela sangrou, mas ainda estava viva.

Mais adiante, o jovem falou que Eliza estava morta, mas não revelou quem seria o assassino. A caminhonete usada por eles seria a mesma onde o teste de luminol confirmou vestígios de sangue numa das janelas. O exame de DNA, que fica pronto esta semana, vai dizer se o sangue é de Eliza.

O advogado de Macarrão, Ércio Quaresma Firpe, questiona a história que teria sido contada pelo menor e afirmou que seu cliente não tem arma. Para ele, a ação da polícia foi irregular. “O depoimento do menor, juridicamente falando, é desperdiçar papel. Não tem validade”, falou.

Denúncia

Numa entrevista à Rádio Tupi, do Rio, um conhecido do adolescente disse ter ouvido do jovem que Bruno teria dado dinheiro a um homem identificado como Clayton para que entregasse o corpo de Eliza a um traficante.

“O Bruno contratou o cara para dar sumiço, o Clayton, para levar o corpo até o cara que ia sumir com o corpo. Aí, pagou R$ 3 mil, ‘tá’ entendendo? O garoto sabe também, o garoto viu aonde ‘tá’. O garoto vai dar tudo. A garota foi desossada, enterraram os ossos da garota e concretaram”, disse o homem em entrevista à Rádio Tupi.

O depoimento do adolescente terminou no fim da noite de terça-feira e o promotor de Justiça que acompanhou parte das sete horas e meia de interrogatório disse que as informações do adolescente no depoimento parecem consistentes: “A versão dele é crível, a versão dele é razoável”, disse.

A Polícia Civil do Rio vai repassar todos os detalhes colhidos no depoimento para a polícia de Minas Gerais. Segundo a polícia, é a partir do confronto do que diz esta testemunha com as evidências colhidas até aqui, que os investigadores esperam estabelecer o que aconteceu com Eliza Samudio.

FONTE: G1

POLICIAIS MILITARES GAÚCHOS QUE FAZIAM "BICO" EM BOATE SÃO PRESOS ACUSADOS DE MATAR CLIENTE

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Dois policiais militares foram presos neste domingo acusados de matar um cliente de uma boate em um bairro nobre de Porto Alegre. Diovani de Pontes Bernardo, de 39 anos, e Thiago de Lima Garcia Vieira, de 27, faziam ‘bico’ como seguranças na casa noturna Roseplace, que funciona desde 1988 no Moinhos de Vento. Eles são acusados do assassinato de Wagner Boeira Cardoso , de 26 anos.

Segundo a polícia, na hora de pagar a conta, por volta das 3h da madrugada, Wagner, que estava acompanhado de um amigo, teria se desentendido com os seguranças do local. Quando saíram da boate, os dois clientes teriam sido perseguidos pelos policiais. Eles foram espancados e Wagner morto com um tiro na cabeça, a poucos metros da casa noturna, na esquina das ruas Dr. Timóteo e Tobias da Silva, na capital gaúcha.

Os policiais, que trabalham no 9º Batalhão da Polícia Militar, acabaram presos na tarde deste domingo. Um deles foi capturado, já em fuga, próximo ao Litoral Gaúcho. Eles foram autuados em flagrante e transferidos para a Penitenciária da Brigada Militar.

De acordo com a polícia, a arma utilizada no crime foi apreendida, assim como as imagens das câmeras de segurança do local. Em depoimento, Thiago, apontado como autor do disparo, rebateu a acusação e disse que foi um tiro acidental.

FONTE: O Globo

NOTA DO BLOG: O “bico”, atividade comum entre a maioria dos policiais, é uma atividade ilegal, já que aos policiais é exigida disposição integral ao serviço policial militar. Porém, muitos policiais ainda recorrem a tal artifício para complementar a renda familiar, já que os salários pagos pelos estados são considerados baixos. Ocorre que os policiais sujeitos a tal atividade estão sujeitos a todos os riscos inerentes à atividade policial, com um agravante: estão sem farda. Se por vezes somos desacatados no exercício de nossa profissão, imagine quando somos enfrentados por civis que desconhecem nossa farda. Quando estamos no “bico” somos apenas mais um vigilante, não temos nossas autoridades impostas pelas nossas fardwas, e precisamos ponderar em algumas situações já que muitos que ali frequentam não sabem nossa real profissão.

PRESO MATA AGENTE NA CADEIA PÚBLICA NO CEARÁ

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Sobral. O agente penitenciário Francisco Chagas Assis Lima, 37, foi assassinado na manhã de ontem no Município de Santana do Acaraú (232Km de Fortaleza), no momento em que abria a carceragem para colocar em liberdade os presos que cumpre regime de semi-liberdade. Um deles, identificado por Francisco Filho da Ponte, conhecido por ´Reno´, que cumpria pena por crimes de tráfico de drogas e homicídio, teria atirado no agente no momento em que este fechava a cela em que o preso estava recolhido.

De acordo com a direção do Hospital José Arcanjo Neto, para onde a vítima foi encaminhada, ele foi atingido por quatro tiros de revólver, um deles acertou o abdome e os demais a cabeça. “Ele (Lima), deu entrada ainda com vida por volta das 6h10, mas faleceu minutos depois”, disse Maria Alice Carneiro, diretora do hospital.

O agente foi socorrido por policiais militares que atenderam à ocorrência. O PM Francisco Cavalcante adiantou que o preso acusado de matar o agente havia retornado aquele presídio há cerca de 15 dias, depois de cumprir pena em regime fechado no Instituto Penal Paulo Sarasate (IPPS). “O que motivou a sua transferência para a Capital foi o seu mau comportamento. Daí ele chegou a dizer que o agente iria pagar com a vida pela sua transferência”. Na fuga, o homicida levou a pistola de calibre 380 do agente.

PMs fizeram uma busca em casas de parentes do acusado. Um cerco foi montado no bairro Retiro, onde o fugitivo estaria escondido. “Mobilizamos mais de dez homens, e quando sentiu que estava cercado, ´Reno´ tentou fugir pelo telhado das casas próximas, mas acabou dominado”, afirmou o tenente-coronel Gilvandro Oliveira, do 3ºBPM, que comandou a operação.

FONTE: http://diariodonordeste.globo.com/

NOTA DO BLOG: Policiais e agentes penitenciários devem ter uma atenção redobrada quando estiver dentro do pavilhão. Não devemos confiar em presos, por isso somos orientados a não entrar armados dentro do pavilhão, para que se evite tragédias como essa. O preso quer sua liberdade a qualquer custo, mesmo com o risco da vida alheia.