6º BPM

6º BPM ganhará Unidade Básica de Saúde da PMRN

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Por Sd Glaucia, com informações do Blog do Roberto Flávio

Major Demócrito e Major Raimundo, oficiais médicos da PMRN

Hoje (1º) pela manhã dois oficiais do Quadro de Saúde da Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Norte estiveram presentes na sede do 6º Batalhão de Polícia Militar, em Caicó, para conhecer o local onde irá ser implantada a Unidade Básica de Saúde (UBS/PMRN).

O Major Raimundo e o Major Demócrito, oficiais médicos da PMRN, receberam simbolicamente o prédio onde irá funcionar a Unidade de Saúde, onde atualmente se encontra funcionando o 3º Distrito de Polícia Rodoviária Estadual.

Segundo os oficiais do Quadro de Saúde da PMRN, a Unidade começará a funcionar ainda este ano, disponibilizando um Odontólogo e um Clínico Geral para atender os policiais militares da região, bem como seus familiares.

POLICIAL MILITAR É FERIDO DURANTE TROCA DE TIROS EM JUCURUTU

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Durante uma tentativa de assalto na manhã desta quarta-feira (10) no município de Jucurutu, distante cerca de 200 km de Natal, resultou na morte de um dos bandidos envolvidos e dois policiais feridos.

O Cabo César e o Soldado Smith do setor de investigação do 6º BPM ficaram feridos após troca de tiros com os bandidos. Segundo informações preliminares, o soldado Smith, o qual sofreu ferimentos mais graves, fora atingido por outros policiais que se encontravam em uma viatura caracterizada do 6º BPM.

O Soldado Smith é policial militar desde 2001 e imediatamente fora socorrido para o Hospital de Caicó. Contudo, devido à gravidade da situação e pela grande perda de sangue, cerca de 3 litros, o Comandante Geral e o Governo do Estado disponibilizou um avião para que o policial fosse transferido para Natal e recebesse toda a assistência necessária.


Segundo informações do Comandante Geral, Coronel Araújo, o policial passa bem e não corre risco de morte.

Matéria criada pela Sd Glaucia

POLICIAL MILITAR DE CAICÓ AJUÍZA AÇÃO DE ASSÉDIO MORAL CONTRA SUBCOMANDANTE DE BATALHÃO

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Nenhum equipamento ou armamento, por mais moderno que seja, substitui o bom militar e policial nenhum exerce bem sua importante e complicada missão se não fizer parte de um grupo coeso, leal, solidário e com um alto espírito de respeito e confiança entre seus membros.

Hierarquia e disciplina. Estes dois conceitos basilares vêm norteando, há muito tempo, o trabalho das Forças Armadas e das Polícias Estaduais do Brasil. É lógico e evidente que, em qualquer empresa organizada, esses dois pilares são observados, mas em nenhuma outra carreira eles são tão importantes e úteis como na vida militar.

A hierarquia e a disciplina, portanto, são os dois sustentáculos da gloriosa Polícia Militar do RN, mas existe uma ameaça invisível que consegue pôr abaixo estes dois preceitos. Estamos falando do assédio moral. Este câncer nas relações profissionais é capaz de causar inúmeros danos psicológicos aos que dele são vítima e é caracterizado por uma conduta abusiva de superiores que se utilizam de sua condição de chefia para marginalizar e constranger subalternos.

Assédio moral foi o motivo que fez o soldado PM Radmak Caetano ajuizar uma ação contra o Major Cícero Francisco Cardoso atual subcomandante do 6ºBPM em Caicó. O simples fato de um subordinado entrar com uma ação contra um superior é um perigoso sinal que as relações de cordialidade, confiança, respeito e cooperação que devem existir em qualquer grupo estão enfraquecidas. Na PM esses paradigmas têm que funcionar perfeitamente, já que o êxito da atividade policial exige obrigatoriamente um grupo coeso com respeito e confiança mútua entre seus membros.

O Fato que motivou a ação na justiça começou a ser perpetrado no dia 26 de maio de 2009 quando o denunciante, Soldado Radmark Caetano, fora acionado para atender uma ocorrência no bairro João XXIII em Caicó. Chegando lá, deparou-se com outro soldado que se dizia em uma diligência. Este último, então, começou proferir palavras de baixo calão contra o soldado Radmak, pedindo para ele se ausentar imediatamente do local. Segundo o denunciante, a confusão teria ficado só entre estes dois PMs caso o então, à época, capitão Cardoso não tivesse tomado as dores do outro soldado que interferiu no trabalho do soldado Radmak.

Após esse fato, o major Cardoso, segundo o autor da petição, o haveria insultado dizendo que o militar não era homem e que queria ficar debaixo da asa do pai a vida inteira, já que o pai do soldado Radmak era subtenente da Reserva Remunerada.

Ainda segundo o denunciante, o atual subcomandante do 6º BPM teria dito que o soldado não era homem para trabalhar na rua e conseqüentemente ordenou sua retirada do serviço de escala nas ruas de Caicó, determinando que o colocasse na guarda do 6º BPM.

A partir disso, o Soldado Radmak começou sentir ansiedade e uma sensação de baixa-estima achando-se degradado no ambiente de trabalho, com sua dignidade e integridade psicológica ofendidas. Depois desse fato, o militar não foi mais o mesmo. Tinha constantes picos de pressão alta e passou a tomar, por ordem médica, remédios de uso controlado.

“Nunca mais fui o mesmo. Não consigo esquecer as humilhações a que fui submetido no 6ºBPM. Não tenho raiva do major Cardoso, mas espero sinceramente que a justiça consiga reparar esse dano e que isso me devolva à tranqüilidade para exercer minhas funções como militar da PM/RN”, confidenciou o soldado Radmak Caetano.

O soldado, acima citado, hoje destacado na cidade de São José do Seridó/RN, declara que gostaria de voltar a atuar nas ruas de Caicó. “Gosto do trabalho de rua em Caicó. É exaustivo, mas me sinto útil a sociedade”, encerrou o militar. Ele agora aguarda o agendamento da primeira audiência.

Seja qual for o resultado dessa disputa jurídica, onde está em jogo o resgate da honra e dignidade de um policial que como qualquer cidadão tem o direito de sentir-se ofendido, ela poderia ter sido evitada se conceitos de urbanidade, lealdade, confiança, camaradagem e respeito tivessem sido observados. Não é preciso ir muito longe para encontrar alguém que siga preceitos como estes que acabamos enumerar. Dentro da própria PM há um militar que consegue sintetizar tudo isso e deveria servir de exemplo para todos os demais. Seu nome: coronel Francisco Araújo, Comandante Geral da PM. Um homem correto, urbano e cordial com todos os seus subordinados, talvez pelo seu brilhante profissionalismo e por ter vindo de origem humilde, ele mais do que ninguém sabe que nenhum equipamento ou armamento, por mais moderno que seja, substitui o bom militar e que policial nenhum exerce bem sua importante e complicada missão se não fizer parte de um grupo coeso, leal, solidário e com um alto espírito de respeito e confiança entre seus membros.

FONTE: V&C Artigos e Notícias

NOTA DO BLOG: Infelizmente, o assédio moral é uma realidade na polícia militar, uma vez que muitos podem confundir o sentido da hierarquia e disciplina que baseiam a vida militar. Não é incomum encontrar policiais que sofreram ou presenciaram algum tipo de situação humilhante ou constrangedora durante a jornada de trabalho e no exercício da função policial, constituindo em uma violência psicológica, causando danos à saúde física ou mental, como no caso do policial citado. É preciso, contudo, que, no caso particular da Polícia Militar, a hierarquia e a disciplina não sejam confundidas com situações humilhantes e vexatórias para os seus subordinados, mas como uma forma de manter o respeito e a observância das Leis. Lembremos do nosso Estatuto Policial Militar (Lei nº 4.630/76), o qual já prevê como preceitos éticos do policial militar o respeito à dignidade da pessoa humana e o zelo pelo preparo moral, intelectual, físico e pelos subordinados, tendo em vista o cumprimento da missão comum.