Comissão de Acompanhamento ao Policial se reúne com militares afastados pela Junta Médica

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Por Glaucia Paiva, via PMRN

Na última quarta-feira (23), a Comissão Multidisciplinar de Acompanhamento ao Policial Militar Submetido à Junta Policial Militar de Saúde promoveu uma reunião com os policiais militares afastados pela Junta Médica por problemas de saúde.

No total, 258 policiais militares afastados, entre policiais e praças, foram convocados para conhecerem o funcionamento da Comissão Multidisciplinar instituída para o acompanhamento do policial militar detentor de alguma enfermidade.

“Nossa comissão tem dupla finalidade”, iniciou o Tenente Coronel PM Clodoaldo Edmundo Silva Júnior. “Primeiro estamos para apoiar o militar que se encontra afastado do serviço militar em decorrência de alguma enfermidade como, por exemplo, ajuda com despesas de medicamentos e tratamentos, mas também estamos para investigar e punir aqueles que se utilizam do afastamento de saúde, mas que continuam a exercer alguma atividade remuneratória na iniciativa privada”, disse o oficial superior, presidente da Comissão Multidisciplinar.

De acordo com o Tenente Coronel Silva Júnior, a portaria que instituiu a Comissão Multidisciplinar de Acompanhamento ao Policial Militar autoriza a transferência do militar pela comissão. “Estamos avaliando locais em que podemos aproveitar os militares em ambientes administrativos de modo que não prejudique sua saúde e ajudem no andamento da corporação”, disse.

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Um comentário em “Comissão de Acompanhamento ao Policial se reúne com militares afastados pela Junta Médica

    neide disse:
    março 27, 2016 às 22:50

    que ajuda,agora,depois q meu esposo quando sendo ameaçado por bandidos por fazer seu serviço correto e lembro muito bem que um dos últimos serviço quando estava só no CT do américa pois havia um posto do antigo Peltran q era do CPRE,uma pessoa passou d carro na hora q ele estava fechando o posto pois já passava d meia-noite e um elemento deu um tiro em meu marido q ele disse q não viu nem quem foi e acionou o oficial de serviço q na época era 2 tenente e hj é capitão,disse q logo chegaria pra apoio e até hoje,meu marido ficou exposto,vendo coisas q agente não via,deitava e não dormia,andava dentro d casa c/ arma na mão,perdeu depois a arma,ai sim desarmado,ameaçado,morava em um bairro perigoso em parnamirim,passou 3 anos fazendo acompanhamento c/ médico particular e até hj faz não mais particular e sim pelo Caps em caicó,foi reformado na mesma graduação era sargento e o salario não mudou em nada,cade a lei q da amparo pra esse tipo d doença,passa o dia dentro d um quarto,só sai se for acompanhado por mim (esposa),enfim só arranjou problema,nunca em minha casa veio um psicologo da PM,nem tampouco Oficial pra saber se ele que perdeu a paz pela policia estava bem,nem direito as 2 licença especial teve direito a ser resarcido,pois alegaram não ter dinheiro,e o salario de acordo c/ a cid que é esquizofrenia parenóide teve o devido reajuste q é os provento de 2 tenente segundo o estatuto,tenho que buscar o direito na mão da Justiça c/ a curatela,esta é a história da ,PM,sem reconhecimento algum,nunca recebeu uma medalha d 10 anos e 20 anos.

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