CÂMARA DOS DEPUTADOS: Henrique Alves pedirá soltura de líderes da PM presos por manifestação em Brasília

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Por Agência Câmara

Uma comissão de 20 policiais militares (PM) do Distrito Federal (DF) se reuniu nesta quarta-feira com o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, e pediu apoio para a libertação de nove líderes do movimento pela reestruturação salarial que estão, desde sábado, presos na penitenciária da Papuda, em Brasília.

Alves disse que irá solicitar ao governador do DF em exercício Tadeu Filippelli (PMDB) o relaxamento da prisão para que os policiais possam responder às acusações em liberdade.

“Eu vou falar com o Filipelli, até porque eles expuseram de forma muito ordeira e pacífica as razões. Vou perguntar se é possível o relaxamento”, afirmou o presidente.

Cerca de dois mil policiais militares vieram à Câmara fazer o apelo pelo relaxamento e também reivindicar a reestruturação da carreira. Segundo o deputado distrital Cabo Patrício (PT), a prisão dos nove líderes do movimento foi “arbitrária e covarde”. Segundo ele, Alves foi solidário à causa e também concordou com a necessidade da votação pela Câmara Legislativa do DF da reestruturação dos praças (soldados, cabos, sargentos e subtenentes).

Prisão

Os nove PMs foram presos por estimular o atraso no atendimento de ocorrência na chamada operação tartaruga. Os mandados de prisão foram pedidos na última sexta-feira, pelo Comando da Polícia Militar.

Os policiais foram acusados de incentivar a lentidão no atendimento em redes sociais e e-mails. As acusações são de crimes de recusa de obediência, incitação à violência, publicação indevida e desrespeito à ordem superior. Os policiais ficarão presos inicialmente por 30 dias, mas o tempo de reclusão pode ser prorrogado até o fim do processo.

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4 comentários em “CÂMARA DOS DEPUTADOS: Henrique Alves pedirá soltura de líderes da PM presos por manifestação em Brasília

    Oliveira disse:
    março 8, 2014 às 15:49

    Posso estar completamente equivocado, mas acho uma idiotice tamanha um soldado da Polícia Militar fazer qualquer tipo de reivindicação para lograr aumento salarial. Calma, todos aqueles que supervaloriza o sangue e suor nas inúmeras lutas em favor de um salário capaz de comprar um quilo de farinha a mais pós aumento!

    Há tempos vejo os soldadinhos das PMs lutarem por aumento salarial e condições de trabalho, porém o que conseguiram até hoje? Não respondam, por favor, foi apenas uma pergunta retórica; a intenção foi apenas chamar sua atenção ainda mais para o texto. Calma! Mas consigo visualizar sem muita dificuldade os sucessos alcançados pela luta daqueles que de fato deveriam ser os beneficiados. Para não confundir você, leitor, explico a divisão maquiavélica da polícia militar no Brasil, ainda. Não chega a ser tão eficiente quanto os planos de Maquiavel em seu livro O príncipe, pois a divisão – praça de um lado e oficial do outro – é estabelecida com inépcia e truculência legal mantida desde seu nascimento como instituição. Logo esse formato institucional é sabido, aceitado por todos, e beneficia principalmente quem autoriza o aumento salarial para a categoria policial militar. Assim, a partir da divisão obliterada por quem está do lado de quem sempre vence, imagino o outro lado oficial dar residas daqueles punidos por desobedecerem um regulamento medieval ou de um época que o Brasil quer esquecer (quer mesmo? hum… sei não…). As risadas são de regozijo, de satisfação, de alegria por tantos súditos dispostos a perderem sua liberdade e trabalho por um aumento significativo para os “juízes” dos soldados analfabetos. Sei que pode parecer confuso, absurdo, sem lógica, não consentâneo ou qualquer coisa que o valha, mas quero lembrar aos soldados que o risco dessa batalha alimenta a corte oficial da instituição; sustenta valores da colônia, prorroga um coronelismo incabível em dias atuais e retroalimenta símbolos forjados em época de eleição.

    Ora, sou tão pessimista quanto ao futuro salarial dos soldadinhos ou nomenclatura outra cabível para um operário da segurança pública? O histórico de luta confirma minha suspeita de que nada vai mudar. Faço uso da palavra operário na intenção de lembrar a todos que no início da industrialização do mundo, o homem foi escravo de sua própria invenção ou crença: muito trabalho significa honra, dignidade, nobreza, respeito social e felicidade. Tudo isso com base na máquina, a promessa de um mundo e vida melhores para todos. Vou deixar para você entender a analogia, só assim o texto não cresce mais.

    Ainda não chegou nem perto o operário da segurança pública quanto a vantagens de qualquer ordem. Não se sabe ao menos quantas horas de trabalho deve o policial militar servir por semana ou dia; direitos quanta a isso ou aquilo que o mundo já conquistara há mais de um século são catapultados pelo cínico jargão: Fique calado, pois tem gente em pior situação. Calma! Vai melhorar. Em suma, o militar fica à disposição da relação que “alguém” tem com o político da situação. Ou seja, não há lei alguma garantido direito algum, apenas a necessidade do serviço que alguém determina.

    E a esperança de que podemos mudar um dia? É possível? Há alguém dentro ou fora da instituição interessado em fazer da luta diária do soldadinho ser menos ruim? Parece estupidez demais, contudo vou lembrar: o mais interessado no fim da guerra urbana deveria ser toda a sociedade, então, por que o soldado deve assumir toda a responsabilidade nesse conflito alimentado por ingerência de recursos material e humano? Ou mesmo, por que deve ele ser o cristo pregado na cruz para salvar a segurança pública? Não é minha intenção ferir a fé de ninguém, apenas sugiro minha descrença numa solução divina. Insisto novamente: Essa guerra é dele? Os jornais diário dizem por meios de questionamentos e insinuações que sim, sabemos bem as razões por trás de discursos em favor de uma segurança melhor. Não nos interessa falar de embusteiros, e, sim, explanar a inabilidade intelectual na luta salarial do soldado policial militar.

    Se o soldado é néscio para a luta, quem possui destreza para melhorar a vida de todos da instituição em uma reivindicação salarial e institucional? Entendo, a pergunta faz o texto parecer repetitivo. É indubitável a resposta: os oficiais das PMs. Por que eles? O atual modelo institucional responde o questionamento. Persistindo a dúvida, eu vou responder com uma pergunta: você já viu soldado receber estrela por merecimento do poder executivo? Farei outro questionamento não para aturdir o leitor, mas para expor meu ponto de vista, apenas: Por que tanta proximidade entre um oficial da polícia e o poder executivo? Não me responda com um “claro, idiota”, não será suficiente, pois não sei de tamanha proximidade com um diretor de uma escola ou algum cargo mais importante da educação, por exemplo; só com a secretária de educação e seus substitutos, claro. Parece que chegamos em um ponto confuso e que faz toda argumentação apresentar similitudes com o balanço geral das ocorrências publicizado pelas autoridades ao fim de um carnaval. Não me apetece tal relação. Na esperança de ser lido serei mais explícito: O profissional agraciado com a estrela do poder executivo garimpa vantagens aos seus iguais, e soldados não têm qualquer grau de semelhança com o mais próximo daqueles que dizem querer todo o bem do povo. Você entendeu por que não faz sentido o soldado reivindicar melhoria salarial? O soldado lutando ou não por aumento salarial assistirá a outra categoria receber benefícios e vantagens do mesmo jeito. Ele, o corajoso e de virtudes apreciáveis, terá sua liberdade, dignidade (a última gota ainda existente), a cidadania (mesmo que seja no conceito) estampada no telejornal com vínculos políticos imorais.

    Então exatamente pelo que deve ser a luta do soldado? Tudo e qualquer coisa, menos aumento de salário. Lute por mudanças no estatuto. Esse ninguém nem fala mais. Lute por promoção entre os praças. Uma promoção com o critério da antiguidade e do mérito, assim faz todos da instituição parecerem um pouco mais iguais.

    E o dinheiro capaz de comprar um quilo de farinha a mais um mês após o aumento? Se o soldado pensar em dinheiro será seu ganho, enquanto a outra parte, só com a diferença do aumento, manda o filho para a Disney. Não tiro a importância do dinheiro, mas pensar só nesse ponto fará de todos os soldados ignóbeis perante à sociedade não nobre, porém ela exige nobreza e retidão daqueles que ela paga. Modelo sem o menor cabimento.

    ailton disse:
    março 7, 2014 às 10:49

    vcs tao com a faca e o queijo na mão, porque é ai que tem o dinheiro do povo, e tão com dificuldade, imagine nós, que estados com governadores sem compromisso com a segurança tamos Lassssssss—————-cados kkkkkkkkkkkkkkkkkk,esse senhor ai presidente da câmara dos deputados é nada mas daqui do rio grande do norte e não ta nem ai para segurança daqui do seu estado de origem imagine dai.

    Ze disse:
    março 7, 2014 às 10:47

    Soldado é a profissão mais estressante; fonoaudiólogo, a menos, diz site28

    Happy Hour 07/03/2014 06:00

    O site americano de empregos CareerCast elaborou uma lista com as dez profissões mais e menos estressantes de 2014.

    Entre as profissões com nível de estresse mais elevado estão soldado, general, bombeiro, piloto de voo comercial, coordenador de eventos, executivo de relações públicas, executivo sênior, repórter de jornal impresso, policial e taxista.

    Os que menos sofrem com a ação do estresse são os fonoaudiólogos, cabeleireiros, joalheiros, professores universitários, costureiras, nutricionistas, técnicos de registros médicos, bibliotecários, artistas multimídia e operadores de furadeira.

    O ranking avaliou as profissões com base em 11 critérios como quantidade de viagens, potencial de crescimento, prazos, trabalho aos olhos do público, competitividade, demanda física, ambiente de trabalho, perigos, risco de morte, vida de outras pessoas em risco e interação com o público.

    Em cada um dos critérios foi atribuído uma série de pontos e quanto maior a soma de todos eles, maior será a carga de estresse relacionada à profissão.

    O levantamento também aponta o valor do salário médio anual de cada uma das profissões. Confira a lista completa:

    Profissões MAIS estressantes Pontos Profissões MENOS estressantes Pontos
    1 – Soldado
    Salário médio anual: US$ 28.840 84.72 1 – Fonoaudiólogo
    Salário médio anual: US$ 69.720 3.35
    2 – General
    Salário médio anual: US$ 196.300 65.54 2 – Cabeleireiro
    Salário médio anual: US$ 22.700 5.41
    3 – Bombeiro
    Salário médio anual: US$ 45.250 60.45 3 – Joalheiro
    Salário médio anual: US$ 35.350 7.26
    4 – Piloto de voo comercial
    Salário médio anual: US$ 114.200 60.28 4 – Professor universitário
    Salário médio anual: US$ 64.290 8.43
    5 – Coordenador de eventos
    Salário médio anual: US$ 45.810 49.93 5 – Costureira
    Salário médio anual: US$ 26.280 9.5
    6 – Executivo de relações públicas
    Salário médio anual: US$ 54.170 48.52 6 – Nutricionista
    Salário médio anual: US$ 55.240 10.24
    7 – Executivo sênior
    Salário médio anual: US$ 168.140 47.46 7 – Técnico de registros médicos
    Salário médio anual: US$ 34.160 10.5
    8 – Reporter de jornal impresso
    Salário médio anual: US$ 35.870 46.75 8 – Bibliotecário
    Salário médio anual: US$ 55.370 10.58
    9 – Policial
    Salário médio anual: US$ 55.270 46.66 9 – Artista multimídia
    Salário médio anual: US$ 61.370 10.94
    10 – Taxista
    Salário médio anual: US$ 22.820 46.18 10 – Operador de furadeira industrial
    Salário médio anual: US$ 35.580 11.32

    JOSE ELIZEU disse:
    março 6, 2014 às 16:34

    A Policia Militar do Distrito Federal é mantida e organizada pela união por esse motivo a Câmara Legislativa do DF , não legisla assuntos relativo a PMDF. Por esse motivo temos maiores dificuldades em aprovar benefícios relativo a essa corporação pois dependendo do congresso nacional.

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