Soldado Glaucia

"O verdadeiro desafio não é inserir uma idéia nova na mente militar, mas sim expelir a idéia antiga" (Lidell Hart)

Nova pesquisa mostra Major Fernandes em 12º lugar e continua como único PM mencionado

Por Glaucia Paiva

O Instituto Seta, por solicitação do Nominuto, realizou uma pesquisa para Deputado Estadual entre os dias 26 e 28 de agosto, ouvindo 1,7 mil eleitores em todo o Estado.

Na pesquisa, o Major Fernandes aparece em 12º lugar e, na relação divulgada pelo Portal Nominuto, continua sendo o único policial militar citado na pesquisa para Deputado Estadual.

Na última pesquisa realizada pelo Instituto Consult, o Major Fernandes apareceu em 18º lugar nas pretensões de voto para Deputado Estadual. Com o avanço, o Major Fernandes vem reforçando a chance real da Polícia Militar do RN ter um representante na Assembleia Legislativa.

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VÍDEO: Ex-Comandante da PMESP faz discurso louvável em defesa de sua categoria

Por Glaucia Paiva

Em 2012, enquanto Comandante Geral da Polícia Militar do Estado de São Paulo, o Coronel PM Roberval Ferreira, fez um discurso louvável defendendo seus policiais durante audiência pública na Assembleia Legislativa.

O ex-Comandante da PMESP foi convidado pelo Deputado Estadual, Major Olímpio, em virtude das críticas formuladas contra a PMESP sobre os “erros policiais” cometidos.

O Coronel Roberval inicia seu discurso falando sobre a Polícia que temos e a Polícia que queremos. Em seu discurso, o Oficial Superior fez uma crítica sobre a falta de valorização profissional pelas quais passam os policiais.

Apesar do fato ter ocorrido no ano de 2012, vale a pena assistir.

Ministério Público ajuíza ação de improbidade contra Sargento Siqueira e Gilson Moura

Por Blog do BG

Os Promotores de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Natal ajuizaram ação civil pública de responsabilidade por ato de improbidade administrativa contra o deputado estadual Gilson Moura e Edson Siqueira de Lima, Sargento Siqueira.

A ação diz respeito a um esquema de troca de favores políticos em novembro de 2010, a partir de representação do deputado estadual Nelter Queiroz revelando que a então renúncia de Gilson Moura, apresentada à Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte no dia 3 de novembro daquele ano, seria fruto de negociata com o então suplente, e coordenador de campanha do parlamentar, Sargento Siqueira.

A Procuradoria-Geral de Justiça instaurou Procedimento de Investigação Criminal e, ao fim do que restou apurado, encaminhou em maio último, o procedimento para as Promotorias de Justiça de Defesa do Patrimônio Público para apuração de ato de improbidade.

Gilson Moura e Sargento Siqueira foram ouvidos pelo Ministério Público e negaram o acerto, alegando que a renúncia teria ocorrido porque o parlamentar precisava acompanhar o tratamento da irmã Gerlúcia Maria, acometida de doença grave.

O deputado Nelter Queiroz alegou na representação, que uma simples licença ou possivelmente eventuais faltas, justificadas, seria o suficiente para acompanhar o tratamento de saúde da irmã, e que Gilson optou pela renúncia porque, concedida a menos de 120 dias do fim do mandato, não iria requerer a convocação do suplente.

A ação traz o depoimento do médico da irmã de Gilson Moura, Marcos Alberto Arruda de Aquino, afirmando que o deputado só compareceu à consulta médica com a irmã, Gerlúcia Maria, quando foi para solicitar atestado comprovando a patologia dela. O médico informou ainda que o tratamento de Gerlúcia Maria apresentou padrões normais, dentro do que era esperado pela equipe médica.

O Ministério Público Estadual apurou ainda que a renúncia de Gilson Moura beneficiaria duplamente o Sargento Siqueira, pois além de ser contemplado com um mandato eletivo, o “favor” ainda provocaria o deslocamento de ação penal movida contra Siqueira, fruto da Operação Impacto, para a segunda instância, uma vez que assumindo o cargo Siqueira teria foro privilegiado, o que atrapalharia o andamento do processo.

A ação civil pública, que traz ainda os depoimentos dos deputados Getúlio Rego, Paulo Wagner e Kelps Lima pede, dentre outras, a condenação de Gilson Moura e Sargento Siqueira às sanções do artigo 12, inciso II da Lei Federal nº 8.429/92, a lei da improbidade administrativa. Estão entre elas a perda da função pública e suspensão dos direitos políticos por três a cinco anos.

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LUTO: Capitã Marina falece após luta contra o câncer

Por Glaucia Paiva

capmarinaÉ com pesar que noticio a perda de uma policial militar do nosso Estado. Dessa vez, não foi em ocorrência, não foi ao defender a sociedade, mas a luta pela vida foi tão nobre como todas as outras.

Há poucos meses, a Capitã Marina Galhardo descobriu que sofria de uma das piores doenças que assola a humanidade: o câncer. Durante cerca de 3 meses a Oficial permaneceu internada sofrendo com intensas dores, haja vista ter sido constatado um sarcoma ósseo.

Com pouco mais de 30 anos, a Capitã Marina, reformada no posto de Major PM nesta semana, deixa dois filhos. Durante todo o dia, policias do CPRE, onde a Oficial serviu muitos anos, e policiais femininas deixaram suas mensagens de condolências aos seus familiares e amigos.

Mais uma vez, a família policial militar encontra-se de luto por perder uma policial para uma doença quase implacável. Aos amigos e familiares, que Deus os conforte e lhes dê força para superar tamanha perda.

Governo Federal cria PEC para integrar forças de segurança estaduais e federal

Por Agência Brasil

A presidenta Dilma Rousseff vai enviar ao Congresso Nacional nas próximas semanas uma proposta de emenda à Constituição (PEC) com o objetivo de integrar os papéis das forças de segurança pública estaduais e federal. A intenção é criar centros integrados de Comando e Controle (Cicc) em todas as capitais, semelhantes aos órgãos criados nas 12 cidades-sede da Copa do Mundo deste ano.

“Nós vamos mandar ao Congresso [uma proposta] alterando o papel da União”, disse a presidenta, explicando que atualmente as Forças Armadas têm somente dois papéis: o de garantir a segurança de fronteira e a garantia da lei e da ordem (GLO), solicitada pelos estados de modo excepcional.

Dilma justificou que a experiência com os centros de comando da Copa foram “muito bem sucedidos” e mostraram que era possível atuar em conjunto. Por esse motivo, essa “política nacional comum”, quando criada, vai possibilitar ações de inteligência e controle da segurança nas cidades. Como exemplo, citou que os centros têm capacidade de monitorar rapidamente a ocorrência de interrupções de trânsito. “Nós queremos que o modelo da Copa se torne permanente”, declarou.

Destacando que atualmente a União só pode repassar ações ou promover parcerias pontuais, como por exemplo as GLOs, Dilma disse que a proposta não visa a ampliar a ação das Forças Armadas. O objetivo, continuou, é que “nós tenhamos que nos responsabilizar por quais são os procedimentos nacionais que vão ter, como vamos unificar nossas ações”. Segundo ela, a União não tem essa prerrogativa, motivo pelo qual há a necessidade de uma emenda à Constituição.

Sobre os recursos para a criação desses órgãos, Dilma disse que a proposta não cria novas estruturas, sendo somente uma junção dos papéis das polícias militares, das Forças Armadas, da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. “É uma ação conjunta, ninguém botou funcionário lá contratado a mais. Cada um entra com o seu e integra no que faz”, disse, acrescentando que será possível “fazer muito” com o que “temos de recursos”.

A presidenta disse que, com a experiência da criação dos centros durante a Copa será possível acelerar a construção dos órgãos nas demais 15 cidades, prevendo um prazo de cerca de um ano e meio para a concretização da proposta. Ainda, segundo ela, a proposta está sendo articulada pelo Ministério da Justiça e está sendo discutida com todos os secretários de Segurança Pública estaduais. Para o monitoramento de estradas federais e fronteiras dos estados, esse plano já vinham sendo discutidos pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, desde o fim da Copa .

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Major Fernandes é único candidato policial citado em pesquisa espontânea para Deputado Estadual e fica em 18º

Por Glaucia Paiva

assinatura pesquisa_10O Blog do BG e a 98 FM realizaram através do Instituto Consult uma pesquisa para Deputado Estadual em todo o Rio Grande do Norte.

De acordo com os dados da pesquisa espontânea, foram entrevistados 1700 eleitores em todo o Estado, que informaram o nome do candidato a Deputado Estadual em quem votaria. O Major Fernandes ficou entre os 18 candidatos com a preferência popular, sendo o único candidato da Polícia Militar que configurou na pesquisa para Deputado Estadual.

O Blog de Olho no Assú colocou o Major Fernandes como eleito caso a eleição fosse hoje, de acordo com a pesquisa realizada pelo Instituto Consult, a pedido do Blog do BG e da 98 FM.

Para o Soldado Lopes, do 3º BPM, a pesquisa demonstra o desejo da categoria policial em ter um representante na Assembleia Legislativa. “Pela primeira vez na história nós podemos ter um deputado estadual para representar nossa categoria. A chance é essa”, disse o Soldado Lopes.

Deputado Federal

A pesquisa para Deputado Federal também trouxe um nome de um policial entre os 45 candidatos mais bem avaliados. O nome do Sargento Pastel foi o único lembrado entre os candidatos policiais para a Câmara Federal.

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NOTÍCIAS SOBRE O PAGAMENTO: Salário de servidores da saúde, educação e segurança serão creditados na próxima sexta

Por Glaucia Paiva

fc273-logo_governo2011O Governo do Estado publicou nesta quarta-feira (27) uma nota sobre o pagamento dos servidores do Estado relativo ao mês de agosto.

De acordo com a nota, serão pagos na próxima sexta (29), ao meio dia, TODOS os servidores ATIVOS da Segurança, Saúde e Educação (inclusive UERN), além dos servidores do DETRAN, IDEMA, DEI, JUCERN e IPEM, independente do valor do salário. Também recebem na sexta (29), às 12h, os servidores ativos e inativos que recebem até R$ 2 mil líquidos.

Já os demais servidores terão seus salários creditados somente no dia 10 de setembro.

Inativos da PM

Mais uma vez o Governo do Estado deixa os inativos da Polícia Militar, por receberem salário superior a R$ 2 mil líquidos, de fora dos que recebem normalmente no mês.

Os inativos estão amargurando dias difíceis, o que não deveria acontecer haja vista já terem servido ao Estado e à sociedade 30 anos de suas vidas.

Se a reserva era antes um descanso, hoje já se transforma em uma preocupação.

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Henrique se recusa a assinar termo de compromisso para convocação dos 824

Por Glaucia Paiva

DSC_0727Na noite da última segunda-feira, 25, durante o debate promovido pelas Associações de Oficiais e Praças da Polícia Militar com os candidatos ao Governo do Estado sobre Segurança Pública, representantes dos 824 convocados da PM estiveram presentes para cobrar uma posição dos candidatos.

Com um termo de compromisso de convocação em mãos, os representantes dos 824 abordaram um a um dos cinco candidatos ao Governo do Estado. Robinson Faria, Araken Farias, Simone Dutra e Robério Paulino assinaram o termo de compromisso pela convocação dos 824 caso eleito Governador.

O candidato pelo PMDB, Henrique Alves, contudo, não assinou o termo. Ao ser abordado pelos 824, desconversou e saiu, sem dar qualquer posição quanto à convocação dos aprovados no último concurso da PM.

Debate sobre segurança pública demonstra falta de conhecimento dos candidatos ao Governo do RN

Por Glaucia Paiva

IMG-20140826-WA0002Na noite dessa segunda-feira, 25, data em que se comemorou o Dia do Soldado, as Associações de Praças e Oficiais promoveram um debate entre os candidatos ao Governo do Estado com foco na segurança pública.

Transmitido pela TV União, TV Nova e 98 FM, o debate foi intermediado pelo apresentador Robson Carvalho e contou com a presença de todos os candidatos ao Governo: Robinson Faria (PSD – 55), Araken Farias (PSOL – 17), Henrique Alves (PMDB – 15), Robério Paulino (PSOL – 50) e Simone Dutra (PSTU – 16).

Durante todo o debate, todos os candidatos cometeram suas gafes quanto ao tema Segurança Pública, demonstrando a total falta de conhecimento e a deficiência em sua assessoria sobre o tema.

O candidato Robinson Faria bateu na tecla do Código de Ética, afirmando que iria acabar com as humilhações sofridas pelos PM’s. Mas ao ser indagado sobre a questão do subsídio, o candidato pelo PSD afirmou que o problema salarial poderia ser resolvido com a aprovação da PEC 300 pelo Congresso Nacional.

A candidata Simone Dutra defendeu a desmilitarização das polícias e a sindicalização, contudo esqueceu que o caso é de âmbito federal e constitucional.

Mas o recorde de gafes foi do candidato Henrique Alves, que afirmou que somente no Presídio de Alcaçuz teria mil policiais à disposição. Além disso, mal soube responder sobre o subsídio, afirmando que o Governo atual o teria parcelado desde o ano de 2011 até o ano de 2015. O candidato ainda desconversou ao responder a pergunta de Robinson Faria quanto o seu posicionamento sobre a PEC 300. Indagado se era a favor ou contra, Henrique não respondeu a pergunta, afirmando, ainda, que não seria irresponsável em colocar em pauta tal proposta por ser contrária ao desejo dos governadores dos Estados.

Líderes da PM no Nordeste usam prisão e expulsão como marketing

Por UOL

Desktop2Líderes de greves no Nordeste nos últimos anos, policiais militares disputam a eleição em pelo menos cinco Estados da região. Juntos, eles pretendem gastar até R$ 24 milhões com as campanhas e apostam nos votos dos colegas de farda para chegar às assembleias legislativas ou à Câmara dos Deputados.

O UOL fez levantamento e encontrou pelo menos 10 líderes de paralisações nos Estados da Bahia, Ceará, Pernambuco e Maranhão que vão concorrer a cargos em outubro. Um dos líderes que comandou a greve baiana, em 2012, é candidato no Rio Grande do Norte.

Dos 10 candidatos, dois já exercem cargos eletivos: o Capitão Wágner e o Soldado Prisco, que são vereadores em Fortaleza e Salvador, respectivamente, e tentam cargos maiores agora. Outros tentam estrear.

Em Pernambuco há três nomes –que lideraram a greve de dois dias, em maio, que deixou um saldo de saques, assaltos e ruas das grandes cidades vazias.

Na Bahia, houve duas greves entre 2012 e 2014. Na última, em abril último, a paralisação foi comandada pelo soldado Prisco e pelo capitão Tadeu. Eles tentam agora voos mais altos.

Prisco, que é vereador de Salvador, quer uma vaga na Assembleia Legislativa, enquanto Tadeu –que chegou a exercer, mas teve o mandato de deputado estadual extinto em julho passado por decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral)– tenta vaga na Câmara dos Deputados.

Presidente da Aspra (Associação dos Policiais e Bombeiros e de seus Familiares do Estado da Bahia), Prisco foi detido em abril, logo após o fim da greve da PM na Bahia, a pedido do MPF (Ministério Público Federal) para evitar que ele comandasse novas paralisações.

A prisão preventiva foi decretada pela Justiça Federal para garantia da ordem pública. Prisco ficou preso entre 18 de abril e quatro de junho, em Brasília. Ele também havia sido preso por um mês após a greve de 2012.

No Ceará, uma greve em 2012 também causou diversos transtornos à população. O vereador de Fortaleza capitão Wágner e o cabo Sabino foram os principais líderes daquela paralisação e agora fazem dobradinha concorrendo a deputado estadual e federal, respectivamente.

No Maranhão, houve greve em março. O Coronel Melo, apontado como principal líder, chegou a ser preso pelo comando da corporação, acusado de liderar protesto.

Ele também seria o líder da paralisação de 2011, a maior da corporação na história. Já o soldado Dauvane foi o líder na região sul do Estado, com base na cidade de Imperatriz. Os dois tentam cargo na Assembleia do Maranhão.

No Rio Grande do Norte, o Cabo Jeoás também é candidato à deputado estadual. Ele foi detido junto com outros 15 militares, em fevereiro de 2012, logo após a greve da PM da Bahia.

Prisão e expulsão como marketing

Na hora de fazer a propaganda eleitoral, uma das principais estratégias dos candidatos militares é anunciar a prisão em nome da luta da categoria.

“Foram 40 dias de prisão no BOPE em consequência da participação nas negociações de reivindicação de direitos em 2012 no Pará e na Bahia representando a ANASPRA (Associação Nacional dos Praças) Atualmente, ainda respondo a processo por defender os direitos dos policiais militares de todo país. Mas, a luta continua!”, diz o cabo Jeoás em sua página de Facebook.

Outro que usa a prisão como propaganda é o soldado Prisco, que diz em um dos seus panfletos: ‘Fui preso por lutar por melhores condições de trabalho.”

O UOL conseguiu conversar com um dos candidatos.

“Somos candidatos para melhorar a segurança pública. Temos a experiencia e a vivência de policial militar, conhecendo de perto as deficiências, as necessidades das comunidade. Nessa área de segurança, ninguém pode contribuir mais que os policiais”, disse o Cabo Sabino (PR), candidato no Ceará e que no ano passado foi expulso da corporação e recorre para tentar voltar a tropa.

Sabino diz que a população não reprovou a paralisação dos militares e concordou com a greve.

“A população apoiou integralmente. Toda a alimentação nos dias da PM foram doadas por pessoas, que iam deixar o local alimento, água, dinheiro, ainda sobraram 50 cestas básicas que doamos. Paralisamos sem dar um tiro”, disse.

Para Sabino, o eleitor reconhece um perfil de político sério nos policiais. “As pessoas querem políticos sérios e encontram no profissional de segurança essa essência, essa honradez, essa seriedade.

“Mas não vamos atuar apenas na segurança. Temos muito a contribuir com educação, saúde e, principalmente com a questão das melhor idade, que tem os direitos desrespeitados”, acrescenta.

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